terça-feira, 26 de novembro de 2019

Meus aprendizados de 2019

Olá, pessoal. Essa semana completo 34 anos. E como em todos os anos, esse teve vários aprendizados. Vamos a eles: O primeiro de todos, é que se renova a cada ano, é a noção do quanto somos um grão de areia, é de que aquela pretensão de que nossa inteligência ou ideal é o melhor, não vale de nada. Quando menos esperamos, a vida nos tira tudo que dávamos importância. O outro aprendizado foi “deixa a vida me levar”. O jovem vive assim, mas à medida que crescemos, mos esquecemos disso e queremos prever tudo, ficamos no “e se...”, e vamos ficando ansiosos e deprimidos. Hoje, quando me pego fazendo isso, vou meditar e expulso essas conjecturas da minha cabeça. E o último aprendizado foi a humildade. Com a descoberta é uma pequena piora no meu problema de saúde, todas as pessoas se tornam excenciais pra mim; hoje, por exemplo, me sinto fraca, ontem com dor... e assim, entender e respeitar a cada um é fundamental, além de ser grata e dar o seu melhor a todos. E você, o que aprendeu? Faça um balanço todos os anos. É sempre bom e esclarecedor.

terça-feira, 8 de outubro de 2019

E ela está de volta

Olá, pessoal. Como estão? Hoje vim falar sobre algo que detesto, mas eu preciso. A crise de ansiedade voltou com tudo, e parece que não tá querendo ir embora. Primeiro começou com uma súbita queda de pressão, depois de uma febre. Daí vieram os enjoos, por comer e por não comer; até que ontem, ela chegou. E por mais que eu tome remédios pra me acalmar, seus efeitos duram pouco. Estou apelando também para os chás, combinados com os remédios, e orando pra tudo isso passar. Mas é daquelas situações onde você tem vontade de enfiar a cabeça debaixo das cobertas e dormir muito, muito.. Bem, é isso, desculpem o desabafo, mas precisava disso. Abraços a todos.

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Como era o mercado de trabalho para o cego antes da tecnologia?

Olá, pessoal. Como estão? Hoje venho falar de um assunto que surgiu muito mais da minha curiosidade do que qualquer coisa: como era o mercado de trabalho para os cegos antes da tecnologia? Parece q a tecnologia pra nós é ainda mais indispensável. Fiz umas pesquisas e eis o que descobri: Na época da antiguidade, o tipo de trabalho exercido dependia muito mais da posição social do que da cultura ou condição física. Os mais abastados eram influentes, tanto na cultura como na religião; os demais, exerciam profissões bem menos prestigiadas, até mesmo marginalizadas. Na época da escravidão, a maior parte das vezes, eram os escravos que ficavam cegos. Mas ainda assim, continuavam trabalhando. Logo mais tarde, foram criadas as escolas para cegos, que inicialmente, seriam para preparar o deficiente para a vida; porém, elas acabavam por segrega-los ainda mais, os obrigando a trabalhar na própria escola, principalmente como professores. Com o tempo, alguns estudantes se revoltaram e com a ajuda da maçonaria e de de algumas mulheres da alta sociedade, fundaram um local onde ganhariam remuneração justa por seu trabalho. Em seguida, alguns dissidentes lutaram para que os deficientes estivessem nós mesmos espaços que os demais, o que não agradou asa duas alas de segregaríeis. E assim, pouco a pouco conquistando seu espaço, o deficiente visual chegou aonde está hoje, atuante no mercado, mas com muito espaço a ser ocupado. E sim, havia trabalho para nós antes da tecnologia! Volto com mais curiosidades, se gostarem. Abraços!

sábado, 28 de setembro de 2019

Ideologia de tudo

Olá, pessoal. Como estão? Bem, não costumo falar de política nesse blog, mas o momento me obriga a opinar sobre. O legal era no começo da democracia, onde os ideais eram mais relegados a um pequeno grupo polarizado. Agora, todo mundo é de esquerda ou de direita; machista ou feminista. Homofóbica e racista ou hip. Nos esquecemos de que todos somos seres humanos, temos famílias, e entre nossos familiares temos todas essas ideias; e não deixamos de amá-los. Mas as pessoas não estão mais se respeitando, justamente por causa dessa Maldita ideologia de tudo. Por causa disso, ninguém se respeita mais, todos brigam por qualquer assunto. Em resumo: as pessoas estão chatas demais! Precisamos deixar de julgar as pessoas por seus pensamentos e palavras. Alias, precisamos parar de julgar, pois a partir do momento que julgamos, esquecemos que também fazemos e dizemos coisas que incomodam aos outros. Portanto, julguemos menos e amemos mais. Se queremos mudar o mundo, que seja pelo amor e tolerância.

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

E fez-se a luz

Olá, povo. No post anterior, falei sobre uns problemas de saúde que tenho, ele que ainda não havia sido diagnosticado. Pois agora ele foi, e é sobre isso que vim falar, não pra me vitimizar, mas para conhecimento do assunto. Depois de mais de 30 anos, descobriu-se que tenho Distrofia Muscular de Cinturas. Essa doença causa muita dor e fraqueza nos membros superiores, incluindo os ombros inferiores, incluindo o quadril. Essa fraqueza ocorre de forma mais lenta— no caso eu tenho a doença desde 01 ano de idade—, e evolui até a pessoa precisar de aparelhos para vida diária, seja bengala, andador ou cadeira de rodas; além disso, as limitações impostas pela dor, inclusive limitações sociais, são diretamente proporcionais à quantidade de analgésicos que se toma. Não foi surpresa a distrofia, mas foi bom saber que não tenho a forma mais grave dela. Fora o alívio de saber o que se tem. Mas isso não torna tudo mais fácil, uma vez que as dores tem se tornado cada vez mais insuportáveis, a qualquer mínimo movimento. Então é isso, é conviver com a dor enquanto eu conseguir, inspirar, respirar e não pirar.

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Sociedade do contraditorio

Olá pessoal. Há tempos não posto por aqui, devido a problemas de saúde; mas esse é assunto para um próximo post. Hoje vim falar sobre algo que observei em nós, enquanto sociedade: o quanto nossos atos constrastam com nossas palavras. Falamos para o próximo não julgar os atos do outro, para, mo minuto seguinte, estarmos falando do vizinho, do político, da celebridade... E por falar em política, somos contra a corrupção, mas só se ela vier do outro, uma vez que não nos importamos em devolver um troco que veio a mais, ou pedir uma receita a um médico conhecido, sem mesmos consultar se realmente precisa dela. Pregamos o perdão e o amor ao próximo, porém, ficamos de mal com o outro por coisas tão banais; fora quando não gostamos do outro por seus defeitos, sem nos lembrarmos que também estamos cheios deles. E aquele que eu acho mais clássico: quando dizemos que ajudamos sem pedir nada em troca, mas na primeira contrariedade dizemos: “fulano esqueceu do que eu fiz por ele!” Pôr isso, sempre achei que atitudes valem mais que palavras. Então, ajamos e observemos mais, aos outros e a nós mesmos, e falemos menos.

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Narcisismo disfarçado

Olá, pessoal. Tudo joia? Então, estou lendo um livro bem legal, chamado "A SUTIL ARTE DE LIGAR O FODA-SE", E a partir dele, cheguei a algumas conclusões. É sobre elas que quero falar agora. Há pessoas que desistem de seus sonhos, ou adiam, dando mil desculpas; á também aqueles que criticam os outros, em relação a tudo. Existem também aqueles que não são elas mesmas,são tímidas,introvertidas, como eu. Segundo o livro, isso tudo tem um único motivo: o narcisismo, a noção de que somos tão especiais, tão tudo de bom, ou tudo de ruim, que merecemos ser amados ou odiados. Ou acreditamos que nossas certezas são tão certas, que não queremos questioná-las. ]E pensando bem, até que o livro pode estar certo. Muita gente começa a criticar os outros, na verdade, porque quer se sentir tão superior, que precisa inferiorizar os outros; os tímidos, como eu, se acham tão especiais, ou tão fora de padrão-- o que na verdade, também é se achar especial--, que não interage com os demais. E para que deixemos de criticar aos outros, ou para que demos prosseguimento a nossos sonhos, ou deixemos de ser introvertidos, e por consequência, façamos mais amigos, basta que comecemos a questionar nossas verdades absolutas. A partir do momento em que temos tantas certezas, passamos a nos achar superiores, ou que nossos sofrimentos são maiores, ou que somos mais inteligentes e especiais; e assim, deixamos de nos melhorarmos como seres humanos, como profissionais, amigos, pais... Então, faço duas recomendações: a primeira é que leiam esse livro, pois ele mudará muitos conceitos já arraigados que temos sobre nós mesmos e sobre os outros; a segunda é que nos questionemos mais, não tenhamos tantas certezas, não nos achemos tão inatingíveis ou superáveis, e questionem também esse post, para perceber o quanto ele se aplica a vocês, mas sempre entendendo que a sua verdade, nem sempre é a verdade do outro.