quinta-feira, 21 de abril de 2022

O perdão vos libertará

 Olá pessoal. Hoje me inspirei pra escrever, e será sobre perdão e seus poderes libertadores.

Aconteceram coisas na minha vida, com pessoas que confiava, e que me magoaram muito e tiveram consequencias. 

Por um tempo, convivia com ela por obrigação, depois, sua presença era indiferente, até que depois de muita terapia estudo da Espiritualidad, como num passe de magica, a magoa se foi e restou um amor e uma paz de espirito, como se tudo tivesse acontecido em outro tempo, outra vida.

Nao esqueci, naovsomos nem seremos amigos de infancia, mas a paz que eu sinto é indescritível!

Agora entendo o porquê Jesus falava tanto sobre ó perdão. Não é sobre o outro, é sobre você, sobre ter a consciência tranquila, a paz de espirito e amor no coração 

Por isso recomendo: se você conseguir, perdoe. Não é fraqueza, é autocuidado.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

Musica que liberta

Olá. Tudo bem com vocês? Hoje resolvi escrever, porque aconteceu algo que nunca tinha me dado conta, aliás, estou tendo vários insigts utimamente... Acho que a velhice chegou e com ela, uma maturidade que gostaria de ter adquirido antes. Vamos ao assunto:

Estou aqui no meu trabalho, ouvindo uma musica pra não dormir-- sim, sou dorminhoca--, e percebi algo sobre mim: a música me liberta de todas as minhas amarras.

De repente, a música me mostra quem eu sou, me faz sentir mais livre pra fazer o que eu gosto, ser quem eu sou, parece que outra pessoa passa a habitar esse corpo. A timidez some por completo de mim.

Desde pequena, sempre gostei de cantar, até incomodava meus familiares, de tanto que cantava e obrigava a todos a minha volta a me ouvir. Tipo, fazia meu show particular.

Sempre quiz ser cantora ou pianista. Com o tempo, fui deixando esse sonho de lado, fazendo outras coisas e me preocupando em me autossabotar.

Comecei a faculdade de música, mas a autossabotagem e as dores causadas pela distrofia me fizeram desistir. E agora, de repente, aqui no trabalho, cantando e quase dançando, parece que é isso que me faz feliz.

O que vou fazer com isso? Provavelmente nada, vou cantar no banheiro, quase dançar no trabalho, mas profissionalmente, devido a minha preguiça, nada vai acontecer. Fora que como cantora, sou uma ótima Ouvidora. KKKKKKK!

Quem quiser montar um coral e me chamar, fico feliz em ser aquela voz que ninguém escuta, mas que me leva ao meu verdadeiro Eu Divino.

Bjs e até uma próxima!

      

terça-feira, 16 de novembro de 2021

Esperança, amiga?

 Hoje estava assistindo o jornal. O jornalista provava por a+b que ninguem estava preocupado com a fome no país, mas sim com seus problemas oucandidaturas. Logo após, veio a reportagem sobre as candidaturas.

Dai ficamos naquela: o politico finge que nos ajuda e nós fingimos que acreditamos. Pera: será que fimgimos mesmo?

Um astrólogo diz que o brasileiro sempre busca um “salvador da patria”, mas não é nosso sistema republicano que induz a isso? A final, a republica é um sistema que votamos em alguém pra nos representar?

Os lutadores pelo fim da ditadura nunca pensaram que esse sistema seria nossa ditadura disfarçada.

Mesmo assim, eu sou aquela que tem esperança, que conversa e diverge sobre política e que Fulano é o melhor para o país, mesmo que seja a maior mentira do planeta.

Então, só tenha pets de estimação, pois ele se importa mais com o Brasil do que nosso presidente. Mas é claro, sem perder a esperança!

domingo, 22 de agosto de 2021

The Box, No Ritmo do Coração

 Olá pessoal, tudo bem? Hoje vim falar sobre a analogia feita por esse filme, que é maravilhosa.

O filme cujo nome está mo título fala sobre um cantor que tem fobia social, e para poder se apresentar sem crises de ansiedade, se apresenta com uma caixa na cabeça. Depois ele conclui que tudo que ele tinha era medo de sair da caixa.

Tenho fobia social. Sim, tenho isso também; em fim, a analogia tem tudo a ver. Temos medo de nos mostrarmos aos outros, e acho que até de nós mesmos. O fato de  nos descobrirmos nos apavora, mas acho que não mais do que o fato de desagradar aos outros. E não é facil deixar nossa caixa para trás.

Faço terapia, tomo remédios, mas só de pensar no fato de aparecer pra alguém me deixa super ansiosa.

Pois é, ainda não consegui sair da caixa, e não sei quando e se vou sair dela. O cantor do filme saiu. Quem sabe até a próxima encarnação eu consiga…


domingo, 15 de agosto de 2021

Autoajuda às avessas

 Olá pessoal. Hoje to aqui pra chorar as pitangas, fazer a vítima, sem nenhuma vergonha. Então, começa agora  a novela mexicana da minha vida!

Estou tentando ser mais focada no que quero, tanto que vejo videos de neurociencia. Recomendo, inclusive. 

Tentando também ser uma pessoa melhor, mais espiritualizada, tentando estudar mais. 

Mas por que to dizendo “tentando”? Porque essa maldita distrofia me deixa dolorida, deprimida, com raiva e desfocada. Raiva, sim, porque quando minha vida começa a andar, lá vem mais um.conjunto de dores pra tirar todas minhas certezas.

Queria fazer tanta coisa, estudar tanta coisa, interagir… mas meu corpo nao acompanha meu cérebro e espírito.

E por falar em espirito, também tenho raiva nesse momento, daqueles espiritas que fazem tudo parecer tão fácil… “fulano de tal tem vários problemas e nunca desistiu”. Admiro ele por conseguir, mas não é facil e nem todos tem ou querem ter essa força. Alguns só querem descansar, como eu.

E escrevendo isso tudo, percebi que desisto a partir de agora de todos os compromissos que não envolvam minha saúde e atual trabalho. Chega de faculdade, chega de querer fazer mais coisas além do que eu já faço. Chega! Cansei de parar tudo que eu faço no meio. Agora, parei sem volta.

Desculpem post New enraivecido, mas ele me serviu como uma terapia me serviu para tomar decisões bem importantes. E aqueles que se sentirem como eu, super entendo. Não precisam ser sempre fortes, isso é uma droga. Sintam raiva, chorem, desistam. Mas é claro, daquilo que é possível desistir para fazer apenas aquilo que você sabem que conseguem fazer. Não queiram ser super homens, definitivamente, nós não somos.

domingo, 18 de julho de 2021

Seguindo o fluxo do universo

 Olá pessoal, como estão? Hoje vim falar sobre um assunto que adoro: o fluxo do universo. Ta bom, pouca gente acredita nisso, mas vou falar assim mesmo.

Bem, comecei a pedir coisas por universo. Não 

, ainda nao consegui exatamente o que queria, mas estou indo por caminhos que nem imaginava, conhecendo pessoas interessantes, enfim, estou mais perto de mim mesma.

Talvez não seja só o fato de pedir, mas de meditar, me abrir pra vida e pra ser mais eu mesma. O fato de recarregar as baterias faz toda a diferença. Meditem, recomendo!

Vai se abrir um mundo novo, a autoestima melhora e melhor: Deus entra em contato com você com uma facilidade nunca vista antes.

Outra hora venho falar com vocês sobre Terapia Holistica, outra das maravilhas orientais.

sexta-feira, 4 de junho de 2021

Taís, A Estranha

bandolins

            

Estava hoje ouvindo uma música, e lembrando que ela me causa um dejavu estranho. O nome da música é Bandolim, do Oswaldo Montenegro. É como se eu já estivesse estado naquela situação da música, chego a me enxergar lá. E dai lembrei o quanto sou estranha.

Nunca tinha pensado tão profundamente no quanto sou estranha, mas depois de ouvir essa música, pela milhonésima  vez, percebi isso. Primeiro que não é normal alguém que tinha menos de 30 anos à época gostar desse tipo de música e muito menos ter um dejavu tão claro como o meu.

Nunca gostei daquilo que as pessoas da minha idade gostavam. Quando era criança, sempre arranjava uma desculpa pra não brincar, e tinha medo de tudo. Quando adolescente, apesar de tentar me encaixar, nunca gostei de nada de que os outros gostavam. Achava as conversas chatas, vazias, imaturas. Preferia ficar no meu mundinho meio gótico de sempre. Até com minhas primas, que eram o máximo de amigos que  eu tinha, havia horas que preferia não estar ali. Desculpa aí, gurias!

Quando estava na idade de falar de meninos, piorou. Tem conversas mais íntimas que todos gostam, conversas e brincadeiras mais sensuais, não me agradam; gosto de conversas sobre política, aquele papo cabeça intelectual. E os caras, sempre achei conversas idiotas e imaturos.. E os caras de quem gostava, bem, moram longe pra caramba e logicamente, não gostavam de uma estranha como eu.

E se mudei algo? Não, continuo casmurra, estranha e cada vez menos tentando me encaixar nos padrões. Se isso significar não ter amigos ou ter poucos amigos, que seja. Se encaixar cansa muito e fora que tô com muita preguiça pra isso. Prefiro ser a estranha que tem dejavus quando ouve uma música de um estranho que quase ninguém conhece ou aquela que entre falar besteira ou o amenidades com estranhos ou não falar, prefiro o silêncio.

Alguém um dia disse que essa coisa de não se encaixar é arrogância. Ou "a solidão é pretensão de quem fica escondido, fazendo fita". Pode até ser, pode ser que Cazuza ou seja lá quem mais for esteja certo, mas vou ter que aprender a viver com isso. Então, deixemos pra outra vida a melhora da arrogância e aprendamos a viver como somos. Vou aprender a viver com minha solidão, solitude e estranheza e continuar sonhando em encontrar minha turma de estranhos, enquanto fico sonhando ao som dos bandolins.