terça-feira, 7 de julho de 2020
Navegar é preciso, seguir em frente também
terça-feira, 23 de junho de 2020
Voltando à ativa
Voltei ao trabalho na quarta, dia 27 de maio, depois de praticamente cinco meses sem comparecer, devido à atestados, e nem foi por conta da pandemia. Aliás, uma das benesses de morar no fim do mundo é que nem a pandemia dá as caras por aqui. Estamos em quarentena, como todos, mas de forma bem leve e serena.
Dá até pra deixar os vovozinhos darem uma volta na quadra.
Mas voltando ao assunto, se tem uma coisa que esse tempo fora me mostrou é que sinto saudades da rotina, que antes eu tanto desprezava. Bem, na verdade, eu não tinha me dado conta disso, até quando cheguei pra trabalhar. Não percebi o quanto o contato com aquelas pessoas me fazia falta, o saber das novidades, ou simplesmente, estar ali, em companhia de pessoas que não fazem parte da sua família.
E acredito que essa pandemia tenha mostrado isso a muita gente. Eu nunca tive problemas no meu trabalho, com ninguém, mas acredito que até daquelas pessoas com quem tiveram problemas, o pessoal está com saudades. E nunca mais vão reclamar de nada.
Fico pensando, será que tem saudade do trânsito, do vucovuco na rua, das brigas, de acordar cedo?
Eu sei que muitos trabalham em casa, então, do trabalho propriamente
dito, não sentem falta, mas tudo que envolve a chegada e a estada no local. Eu senti falta até de acordar naquela friaca de doer pra ir trabalhar. Que absurdo!
Daqui em diante, vou trabalhar tão feliz que não reclamarei das pessoas, do frio ou calor, do cansaço, de pessoas e comportamentos, de nada, pois é a convivência com o outro e os aprendizados diários que nos tornam o que somos hoje, seres sociáveis e completos.
Tais Carvalho
domingo, 21 de junho de 2020
Tá punk
- Olá, pessoal, tudo bem? Hoje venho falar sobre como gostaria de lembrar sobre as várias lições de equilíbrio que dava para aos outros, mas que tá difícil aplicar.
sexta-feira, 1 de maio de 2020
Terapia de confronto
Tá, preguiçosa eu sabia, mas egoista... mas, fui eu quem perguntou, e apesar de me deixar pensativa, levei de boa. Me explicaram que era egoista no sentido de ser mimada.
Mas, por que escrevo sobre isso? Para insentivar a terapia de confronto. Não conseguimos nos ver como somos realmente, e nos ver pelo olhar do outro é transformador.
Mas claro, devemos estar de mente aberta, ouvir o outro, sem julgar, e depois, pensar sobre. E tem que ser alguém terrivelmente sincero, senão, não vale.
Para mim, me fez ver que sim, sou um tanto egoista e mimada, e vou tentar controlar esse lado. Tente fazer sua terapia de confronto e me contem como foi. Com certeza, você vai se surpreender!
quarta-feira, 15 de abril de 2020
Novos rumos na quarentena
segunda-feira, 16 de março de 2020
Solidariedade ante a incerteza
Na China, colocou-se toda a população em isolamento, para que mais pessoas não pegasse esse vírus; primeiro por causa das pessoas com problemas graves de saúde, depois, para não acabar sobrecarregando o sistema de saúde local. Todos obedeceram as medidas e o vírus parou de se espalhar com tanta agressividade. Hoje, de acordo com A mídia chinesa, os casos locais são quase zero, havendo mais casos importados.
Lá, houve sentido de coletividade, tanto por parte do governo federal quanto por parte da população, que colaborou totalmente com o isolamento. Mais uma lição deixada pelos orientais, copiada também pela Coréia do Sul, onde os casos começaram a se espalhar mas rapidamente foram
Freados também rapidamente. Já no Ocidente, a coisa é um pouco mais complicado. Na Itália, apesar do decreto de isolamento, algumas pessoas acabaram saindo da área epidemiológica para outro local, o que pode espalhar o vírus mais do que se pensava no país. Por aqui, ninguém quer parar sua vida por causa do Corona vírus, pois todos pensam que é apenas uma gripe forte. Até é verdade, para quem tem uma saúde de ferro.
No Brasil, a vida segue normal. As pessoas indo a praia, cinema, ignorando a recomendação do Ministério da Saúde. Inclusive, nosso honorável Presidente da República dá o exemplo de total desrespeito ao ministério.
Tudo estaria certo, se todos nós tivéssemos uma boa saúde. O problema é que não estamos pensando nas outras pessoas com doenças crônicas, idosos e crianças. Apesar de todos nós termos doentes crônicos na família, cada um está pensando em si. Pensamento da geral: “se eu pegar o coronavírus, está tudo certo, logo Me curo e vida que segue.“. Porém, em momento algum pensaram em seus Familiares, amigos ou colegas de trabalho.
Infelizmente, não aprendemos nada com os orientais. Não aprendemos o sentido de solidariedade, amor ao próximo, cuidado. É uma pena que, mesmo sendo a civilização mais antiga, nada tenhamos aprendido com nossos irmãos do Oriente.
Na minha visão, esse vírus veio para que aprendamos a sermos mais solidários, a ajudar ao próximo, a atentarmos para o sentido de coletividade. É uma forma drástica, mas talvez a única encontrada pela espiritualidade para forçar-nos a sermos pessoas melhores e para que a terra seja um lugar melhor. Pode ser a nossa última chance de fazer com que A terra passe de mundo de provas e expiações, como se diz na visão espírita, para um mundo de regeneração, onde ficam as pessoas melhores, menos egoístas, com o caráter um pouco mais lapidado. Se nada aprendermos, nenhuma tragédia vai acontecer, atenas não sairemos do patamar onde estamos, Sendo a terra habitada ainda por pessoas essencialmente de caráter duvidoso e de atitudes um tanto quanto reprováveis.
Portanto, façamos a nossa parte para que esse vírus, oportunidade de crescimento, nos faça realmente crescer como pessoas e façamos de tudo para não transmitirmos a doença para nossos amigos, familiares. Colegas. Nos mantenhamos, tanto quanto possível, em nossas casas, longe de aglomerações. E nunca esqueçamos do principal: lavar as mãos ao tocar em qualquer coisa que seja pública, Como corrimões, portas de transportes públicos e tudo mais que for tocado por várias pessoas. Sejamos sempre solidários e cuidadosos, senão por nós, pelas pessoas com quem convivemos.