Olá, povo, como vão? Hoje vim falar dele, O soberano, aquele de quem mais tem se falado no momento: o Corona vírus. Mas vou falar sobre a doença por outra perspectiva, não aquela da qual está sendo falada, repetida e que tem colocado todo mundo em pânico. Todo mundo que assiste a TV, o que eu já tenho evitado. Venho falar dele sobre a perspectiva da solidariedade, do sentido de coletividade.
Na China, colocou-se toda a população em isolamento, para que mais pessoas não pegasse esse vírus; primeiro por causa das pessoas com problemas graves de saúde, depois, para não acabar sobrecarregando o sistema de saúde local. Todos obedeceram as medidas e o vírus parou de se espalhar com tanta agressividade. Hoje, de acordo com A mídia chinesa, os casos locais são quase zero, havendo mais casos importados.
Lá, houve sentido de coletividade, tanto por parte do governo federal quanto por parte da população, que colaborou totalmente com o isolamento. Mais uma lição deixada pelos orientais, copiada também pela Coréia do Sul, onde os casos começaram a se espalhar mas rapidamente foram
Freados também rapidamente. Já no Ocidente, a coisa é um pouco mais complicado. Na Itália, apesar do decreto de isolamento, algumas pessoas acabaram saindo da área epidemiológica para outro local, o que pode espalhar o vírus mais do que se pensava no país. Por aqui, ninguém quer parar sua vida por causa do Corona vírus, pois todos pensam que é apenas uma gripe forte. Até é verdade, para quem tem uma saúde de ferro.
No Brasil, a vida segue normal. As pessoas indo a praia, cinema, ignorando a recomendação do Ministério da Saúde. Inclusive, nosso honorável Presidente da República dá o exemplo de total desrespeito ao ministério.
Tudo estaria certo, se todos nós tivéssemos uma boa saúde. O problema é que não estamos pensando nas outras pessoas com doenças crônicas, idosos e crianças. Apesar de todos nós termos doentes crônicos na família, cada um está pensando em si. Pensamento da geral: “se eu pegar o coronavírus, está tudo certo, logo Me curo e vida que segue.“. Porém, em momento algum pensaram em seus Familiares, amigos ou colegas de trabalho.
Infelizmente, não aprendemos nada com os orientais. Não aprendemos o sentido de solidariedade, amor ao próximo, cuidado. É uma pena que, mesmo sendo a civilização mais antiga, nada tenhamos aprendido com nossos irmãos do Oriente.
Na minha visão, esse vírus veio para que aprendamos a sermos mais solidários, a ajudar ao próximo, a atentarmos para o sentido de coletividade. É uma forma drástica, mas talvez a única encontrada pela espiritualidade para forçar-nos a sermos pessoas melhores e para que a terra seja um lugar melhor. Pode ser a nossa última chance de fazer com que A terra passe de mundo de provas e expiações, como se diz na visão espírita, para um mundo de regeneração, onde ficam as pessoas melhores, menos egoístas, com o caráter um pouco mais lapidado. Se nada aprendermos, nenhuma tragédia vai acontecer, atenas não sairemos do patamar onde estamos, Sendo a terra habitada ainda por pessoas essencialmente de caráter duvidoso e de atitudes um tanto quanto reprováveis.
Portanto, façamos a nossa parte para que esse vírus, oportunidade de crescimento, nos faça realmente crescer como pessoas e façamos de tudo para não transmitirmos a doença para nossos amigos, familiares. Colegas. Nos mantenhamos, tanto quanto possível, em nossas casas, longe de aglomerações. E nunca esqueçamos do principal: lavar as mãos ao tocar em qualquer coisa que seja pública, Como corrimões, portas de transportes públicos e tudo mais que for tocado por várias pessoas. Sejamos sempre solidários e cuidadosos, senão por nós, pelas pessoas com quem convivemos.
segunda-feira, 16 de março de 2020
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020
Vida de cego
Olá, pessoas, tudo joia? Hoje vim contar uma das peripécias de ser cego, ressalvando que incidentes são normais até com quem enxerga.
No meu primeiro passeio do ano, sobre o qual ainda haverá um post, cortei o meio dos dedos ao raspar num daqueles banquinhos de plástico. Resultado: dos dez dias na praia, fui para o mar cinco, pois mal podia colocar um calçado, por causa da dor.
No passeio de carnaval, ficamos no AP de minha prima. Quando fui ir para o banheiro, achei que a porta que dava acesso à sala, onde tem a varanda onde estavam as toalhas de banho, estava fechada, abri e sai andando; só que a porta dava acesso às escadas, de onde caí e, literalmente, quebrei o joelho. Meu passeio foi pro saco, de novo.
Pior são as pessoas, que tentando te ajudar, dizem: “quando estiver sozinha, fica quieta.“, ou coisas do gênero. Daí, nós, que já somos cegos e estamos fragilizado s por ter caído, nós sentimos ainda mais inúteis. Pior ainda, é quando elas não nos deixam sozinhas, pensando que somos incapazes de nós cuidarmos. E daí, quando caímos, confirmamos suas teses.
E no meu caso, que devido a distrofia muscular, com o joelho quebrado, fico ainda mais dependente, daí já viram como é a palestra! Acho que vou evitar passeio, afinal de contas, 2020 não está fácil para quem quer se divertir.
Pensando bem, incidentes acontecem com todos, mas tem coisas que só acontecem comigo! Melhor sorte para todos em seus passeios. E até semana que vem. Agora, terei muito tempo para postar, ja que estou de repouso por três meses.
PS: não estou aqui criticando quem se preocupa conosco, afinal de contas, é sempre bom saber que tem gente preocupada. Só penso que a preocupação exagerada Incomoda a qualquer pessoa, deficiente ou não.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020
MONTANHA-russa
Olá pessoal, tudo joia? Hoje vim falar sobre uma coisa que me incomoda em algumas pessoas: a montanha-russa emocional que algumas pessoas vivem e consequentemente expõem os que convivem com ela Acontece assim: você está conversando, de boa; daí vem uma brincadeira e do nada, a pessoa simplesmente surta, seja brigando, seja se fechando total. E as vezes, nem precisa de motivo aparente. O problema disso tudo é que ficamos sem saber como agir com a pessoa na vida; e isso bagunça o emocional de quem tá por perto,, pois não sabemos se o problema é conosco ou com a vida. Muitas veses isso é um transtorno completamente tratável, se a pessoa aceitar o problema. E aceitando e se tratando, param de prejudicar a si mesmos e principalmente a quem está a sua volta Mas uma coisa bem simples é dialogar, comunicar aos outros o que lhe incomoda, pois você não está numa ilha deserta. Sejamos menos egoistas!
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domingo, 26 de janeiro de 2020
O PODER CEGA
Olá, pessoal, como vão? Andei meio sumida, aproveitando minhas férias e sem ideia do que postar; até que li uma coisa que me fez pensar: o poder e a busca por ele, deixa as pessoas cegas e sem sentimentos.
Quando estão ocupando cargos importantes, fazem de tudo pra permanecer nele, sem pensar nas consequências de seus atos pra quem o cerca. E se para permanecer no topo precisar puxar tapetes e se corromper, que seja, o importante é estar no poder.
Já aquele que quer o topo, vira um ser sem escrúpulos nem sentimentos; agora está na moda usar as redes sociais para denegrir a imagem do poderoso do momento, com a desculpa de desmascara-lo. Falam da vida pessoal, da família, esquecendo-se de se pôr no lugar do outro.
É bem como diz a frase: “quer conhecer uma pessoa de verdade, dê poder a ela”; eu conheci e não gostei do que vi sobre algumas.
Então, antes de pensar no status e no dinheiro, lembremos de ter caráter, de nos colocarmos no lugar do outro e de sermos honestos, porque no fim de tudo, nosso maior poder é nosso caráter.
sábado, 11 de janeiro de 2020
EM 2020, FAÇA AMOR, NÃO FAÇA GUERRA!
Olá, pessoal, como estão vocês?
Bom, estava pensando no que escrever, por isso, atrasei a postagem, pois não tinha ideia do que falar. Foram acontecimentos diversos, todos ruins, e não queria falar de coisas ruins; mas depois, percebi que essas coisas ruins serviriam para um post no blog, sobre como nós provocamos essas coisas.
Esse ano, mal começou e já tem treta pra todo lado; é treta entre países, tretas familiares, nos grupos virtuais, na política... e tudo isso, ao meu ver, tem apenas uma causa: nosso comportamento ante as situações que nos acontecem. Ou somos muito sinceros, a ponto de sermos totalmente sem noção, ou fazemos o tipo quietinho, que não liga pra o o que nos fazem, mas depois, ficamos falando mal daquela pessoa pra todo mundo, espalhando a discórdia e a maledicência por todo lado. E o que acontece? As tretas da vida.
E por isso, assumi alguns compromissos esse ano, e peço que todos nós assumamos, para termos um ano tranquilo: o primeiro deles é ser sincero, sem sermos sem noção. E o que é ser sem noção? Ser sem noção é falar o que nos vem à cabeça, sem filtros.
Devemos sim falar o que precisa ser dito, mas de forma cortês, se possível, sem magoar a pessoa que vai receber essa sinceridade. Falar com o outro como gostaríamos que falassem conosco, às claras, sem ocultar o que nos vai ao coração, porém, sem que para isso, machuquemos aos outros. Não há necessidade de machucar ninguém para ser sincero.
Mas atenção: entre falar o que se pensa e ser maledicente, melhor falar o que se pensa, pois não é os outros que têm que saber que fulano nos magoou, é o fulano em questão, cada pessoa em seu lugar.
E segunda resolução: não nos importemos com as tretas dos outros. Se determinada pessoa fez algo a um amigo ou familiar, mas não a nós, que cada um resolva seus problemas e não nos metamos na situação. Acabamos por nos meter nos problemas alheios, gerando um mal estar desnecessário, enquanto que os protagonistas do problema não se resolvem.
Cuidemos cada um de nossas vidas, nossas tretas, e os outros que se resolvam. Se não iremos ajudar, então, fiquemos de fora.
Então, essas são minhas metas para esse ano: ser sincera, sem ser rude, mas sempre falando o que me magoa, sem envolver a mais ninguém e cuidar da minha vida e dos meus problemas, porque Deus deu uma vida pra cada um cuidar. Beijos a todos e 2020 sem tretas!
sexta-feira, 3 de janeiro de 2020
TODOS SOMOS HUMANOS
Olá, pessoal, tudo bem? Hoje vim falar sobre algo que está repercutindo muito na mídia, que foi a atitude do Papa com relação a uma fiel. Vou me explicar nas próximas linhas.
O papa, ao ser puxado pela mão por uma fiel, tomou uma atitude inesperada por todos, acredito que principalmente, pela fiel em questão: deu três tapas na mão dela, para que ela o largasse, e fez isso visivelmente irritado. Acredito que ninguém, nem os não católicos esperavam por isso, principalmente porque ele sempre foi uma pessoa generosa e atenciosa. Depois, como era de se esperar, ele pediu desculpas e repudiou qualquer tipo de agressão à mulher.
Mas o mal já estava feito, e confesso que até eu já estava questionando a atitude do pontífice, e principalmente: questionando tudo que ele já fez anteriormente de boom. E isso me fez repensar duas coisas importantes: a primeira é que basta que alguém faça uma coisinha de mal que seja, para esquecermos tudo de bom que ela fez por nós, pela sociedade, em sua profissão ou em sua vida. Por quê temos a memória assim tão curta? por que não lembramos unicamente do bem que é feito, deixando de lado o deslise, a perda da paciência, a palavra mal colocada? Mas quando é em relação a nós, daí exigimos que o mal seja esquecido, por mais que tenhamos feito mal por muito tempo, e que o bem, por menor que seja, seja exaltado.
Outra coisa que esquecemos é que nossos ídolos, sejam eles religiosos ou não, são pessoas, não bonecos ou robôs, que precisam estar sempre de bom humor, dispostos a serem tocados, puxados ou beijados todo o tempo, a qualquer minuto. Esquecemos que eles têm problemas pessoais, que tem mau humor e que, especialmente no caso do Papa, por ser um senhor de idade, sentem dores, têm problemas de saúde, o que pode ter acontecido no momento em que ele foi "puxado". Não nos colocamos por um minuto no lugar dele, para nos perguntarmos o porquê dessa atitude tão intempestiva e tão drástica.
Então, que esse fato nos sirva para o aprendizado de duas lições: um mal feito não apaga todo o bem que já foi feito anteriormente; e nossos ídolos, mesmo sendo eles o padre, o bispo, o Papa ou Chico Xavier, tem problemas, dores e mau humor, peçamos permissão para tocá-los, beija-los ou tirar fotos, pois assim como nós,, também são seres humanos.
sábado, 21 de dezembro de 2019
ENTÃO É NATAL!
Bom dia, povo, como vão?
Como eu disse no título, então é natal! Nós enchemos de amor ao próximo, caridade e todo aquele blá-blá-blá. Fingimos que gostamos daquele parente que, na verdade, não queremos ver na frente o resto do ano; desejamos feliz natal e tudo de bom, com aquele abraço desajeitado, só pra não ser responsável pela “torta de climão” na família.
Assim que as festas acabam, pronto, segue todo mundo se odiando, como sempre. E o natal, que era pra ser uma data pra o perdão e pra a renovação de energias de luz, acaba sendo o dia internacional do fingimento!
Isso sem falar na aquelas pessoas, que só se lembram das pessoas carentes nessa época do ano. Tiram fotos para colocar em suas redes sociais, para demonstrarem o quanto são caridosos e cheios de bons sentimentos. Claro, para que todo mundo veja o quanto são legais, mas sem aquele verdadeiro sentimento de ajuda, como pregou Jesus em seu Evangelho.
Meu apelo para esse natal: façam com que essa data seja a renovação do Evangelho de Cristo em seus corações; mas não apenas no Natal, mas no resto de 2020. Coloquemos para a meta pessoal do ano que se inicia, continuar com os sentimentos de amor, caridade e perdão, existente em todos os natais, mas que não permanece durante O resto do ano. Sejamos luz enquanto estivermos na terra. Era isso que Jesus queria de nós, e não a caridade e o amor fingidos.
E principalmente: aproveitemos o Natal para tolerar os defeitos dos amigos, parentes e familiares, pois nós também temos defeitos, também causamos chateação aos outros. Lembremos que não somos perfeitos. E imperfeitos que somos, aprendemos que assim como nós, ninguém é perfeito. Não exijamos dos outros aquilo que não temos a dar. E também, não exijamos aquilo Que eles não tem a dar. Aceitemos com carinho o melhor das pessoas. E também, sejamos a melhor versão de nós mesmos a cada dia. Feliz Natal!
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