quinta-feira, 20 de agosto de 2020

Aprendendo a voar

 

Nessa pandemia, ver vídeos motivacionais é vital para não enlouquecer, ou pelo menos, ter uma boa autoestima é vital. E é isso que tô fazendo nesse momento, já que não tenho lá uma estima mara. E achei os vídeos certos pra me motivar.

Primeiro faço o evangelio segundo o Espiritismo quase todas as manhãs, já que sou Espírita. A pessoa que ministra, que é Ricardo Melo, é muito dinâmico: ele canta, fala umas besteiras, mas ele também faz você pensar muito na sua vida, nos seus atos, nos seus pensamentos.

De noite, assisto a uma maratona, que é do mesmo homem, Ricardo Melo, que fala muito sobre maneiras de ser mais feliz. Como ele mesmo diz, não existem receitas prontas, como num livro de autoajuda, mas tem coisas básicas que servem para todos, e depois, cada um faz seu caminho e seu jeito de ser feliz, com seus conceitos.

Isso tem me ajudado muito, pincipalmente porque não estou trabalhando, quer dizer, to em home office, só que meu trabalho meio que me deixa a toa, então é meio frustrante. E esses vídeos me fazem ver que a vida é boa, e que a cada um é dado segundo suas obras e sua energia.

Vai ver estou vibrando muito mais a falta do que a abundância, o coitadismo à coragem.

Então, eu sei que se conselho fosse bom todos vendiam, mas como não sei vender, dou de graça: assistam esses vídeos motivacionais e religiosos, que à primeira vista parecem idiotas, mas fazem um bem danado, fazem você aprender a voar.

 

  

terça-feira, 7 de julho de 2020

Navegar é preciso, seguir em frente também

Estava pensando hoje, todos nós temos mágoas, traumas na vida; alguns superam, seguem a vida; outros precisam de ajuda, mas como tem muita vontade, superam. Mas tem aquelas pessoas que ficam remoendo a vida toda,  tornando-se infelizes e inconstantes.
Pensar naquela mágoa ou trauma vira um vício, do qual nao conseguem— ou nao querem—, se livrar. E não julgo, mas não entendo.
O problema é que elas  não são felizes, estao sempre na defensiva, não percebem quê estão num círculo vicioso, onde tudo irá lembrar o acontecido.
Seguir em frente é uma necessidade, como respirar ou comer. E se você não consegue sozinho, peça ajuda e principalmente, queira ajuda.
Quando seguimos em frente, os caminhos se iluminam, e nesse momento, luz é tudo que queremos.l

terça-feira, 23 de junho de 2020

Voltando à ativa

Voltei ao trabalho na quarta, dia 27 de maio, depois de praticamente cinco meses sem comparecer, devido à atestados, e nem foi por conta da pandemia. Aliás, uma das benesses de morar no fim do mundo é que nem a pandemia dá as caras por aqui. Estamos em quarentena, como todos, mas de forma bem leve e serena.

Dá até pra deixar os vovozinhos darem uma volta na quadra.

Mas voltando ao assunto, se tem uma coisa que esse tempo fora me mostrou é que sinto saudades da rotina, que antes eu tanto desprezava. Bem, na verdade, eu não tinha me dado conta disso, até quando cheguei pra trabalhar. Não percebi o quanto o contato com aquelas pessoas me fazia falta, o saber das novidades, ou simplesmente, estar ali, em companhia de pessoas que não fazem parte da sua família.

E acredito que essa pandemia tenha mostrado isso a muita gente. Eu nunca tive problemas no meu trabalho, com ninguém, mas acredito que até daquelas pessoas com quem tiveram problemas, o pessoal está com saudades. E nunca mais vão reclamar de nada.

Fico pensando, será que tem saudade do trânsito, do vucovuco na rua, das brigas, de acordar cedo?

Eu sei que muitos trabalham em casa, então, do trabalho propriamente

dito, não sentem falta, mas tudo que envolve a chegada e a estada no local. Eu senti falta até de acordar naquela friaca de doer pra ir trabalhar. Que absurdo!

Daqui em diante, vou trabalhar tão feliz que não reclamarei das pessoas, do frio ou calor, do cansaço, de pessoas e comportamentos, de nada, pois é a convivência com o outro e os aprendizados diários que nos tornam o que somos hoje, seres sociáveis e completos.


Tais Carvalho


        Trabalho, saldade, voltei, pandemia                                                                                                                                                                                                        

domingo, 21 de junho de 2020

Tá punk

  • Olá, pessoal, tudo bem? Hoje venho falar sobre como gostaria de lembrar sobre as várias lições de equilíbrio que dava para aos outros, mas que tá difícil aplicar.
As dores na coluna recomeçaram, com tudo, seja peladistrofia, seja por coluna mesmo. E estão durando tempo a mais do que meu equilíbrio emocional suporta.
Estou sempre com dores, é verdade, mas agora estão diretamente proporcional a minha vontade imensa de matar tudo que emita sons.
Minha avó tinha problemas de saúde, por isso, estava sempre brava. Eu sempre a critiquei, até hoje. Dizia que fazíamos tudo por ela, e ela tá sempre reclamando; agora sei porque.
Tenho uma familia legal, graças a Deus, tenho tudo que alguém pode querer, mas nesse momento queriam q todos sumissem; e só queria dormir.
E já que estou insana, espero que uma frase do Renato Russo se aplique a mim: “consegui meu equilíbrio cortejando a insanidade...”.

sexta-feira, 1 de maio de 2020

Terapia de confronto

Hoje estávamos em casa, e eu, como sempre, lendo os defeitos dos signos, quando resolvi perguntar quais eram os meus defeitos; a resposta me surpreendeu, digo, uma delas: “egoista é preguiçosa”.
Tá, preguiçosa eu sabia, mas egoista... mas, fui eu quem perguntou, e apesar de me deixar pensativa, levei de boa. Me explicaram que era egoista no sentido de ser mimada.
Mas, por que escrevo sobre isso? Para insentivar a terapia de confronto. Não conseguimos nos ver como somos realmente, e nos ver pelo olhar do outro é transformador.
Mas claro, devemos estar de mente aberta, ouvir o outro, sem julgar, e depois, pensar sobre. E tem que ser alguém terrivelmente sincero, senão, não vale.
Para mim, me fez ver que sim, sou um tanto egoista e mimada, e vou tentar controlar esse lado. Tente fazer sua terapia de confronto e me contem como foi. Com certeza, você vai se surpreender!

quarta-feira, 15 de abril de 2020

Novos rumos na quarentena

Oi, pessoal, como estão? Hoje vim falar sobre uma coisa legal que descobrir durante esses dias de quarentena: que tenho alma de artista— pelo menos a alma—. Bem antes dessa quarentena, me matriculei no curso de bacharelado em letras, no intuito de, futuramente, trabalhar em casa, uma vez que minhas dores musculares não me deixam ficar no emprego em tempo integral. No fim, acabei gostando mais do que eu previa. Adorei a parte de literaturas e linguagem, e descobri que sou melhor do que eu pensava em português. Quem sabe viro uma professora de Universidade ou uma escritora de livros de autoajuda? KKKKK! Mesmo que eu não faça nada disso, fazer um curso que realmente gostamos não tem preço! E entender o porque não gosto de trabalhos onde há frieza e jogos de interesses, o que é quase normal hoje, me faz menos anormal doque eu me imaginava. Vou acabar descobrindo como trabalhar na área, a final, gostar do que se faz já é meio caminho andado.

segunda-feira, 16 de março de 2020

Solidariedade ante a incerteza

Olá, povo, como vão? Hoje vim falar dele, O soberano, aquele de quem mais tem se falado no momento: o Corona vírus. Mas vou falar sobre a doença por outra perspectiva, não aquela da qual está sendo falada, repetida e que tem colocado todo mundo em pânico. Todo mundo que assiste a TV, o que eu já tenho evitado. Venho falar dele sobre a perspectiva da solidariedade, do sentido de coletividade.
Na China, colocou-se toda a população em isolamento, para que mais pessoas não pegasse esse vírus; primeiro por causa das pessoas com problemas graves de saúde, depois, para não acabar sobrecarregando o sistema de saúde local. Todos obedeceram as medidas e o vírus parou de se espalhar com tanta agressividade. Hoje, de acordo com A mídia chinesa, os casos locais são quase zero, havendo mais casos importados.
Lá, houve sentido de coletividade, tanto por parte do governo federal quanto por parte da população, que colaborou totalmente com o isolamento. Mais uma lição deixada pelos orientais, copiada também pela Coréia do Sul, onde os casos começaram a se espalhar mas rapidamente foram
Freados também rapidamente. Já no Ocidente, a coisa é um pouco mais complicado. Na Itália, apesar do decreto de isolamento, algumas pessoas acabaram saindo da área epidemiológica para outro local, o que pode espalhar o vírus mais do que se pensava no país. Por aqui, ninguém quer parar sua vida por causa do Corona vírus, pois todos pensam que é apenas uma gripe forte. Até é verdade, para quem tem uma saúde de ferro.
No Brasil, a vida segue normal. As pessoas indo a praia, cinema, ignorando a recomendação do Ministério da Saúde. Inclusive, nosso honorável Presidente da República dá o exemplo de total desrespeito ao ministério.
Tudo estaria certo, se todos nós tivéssemos uma boa saúde. O problema é que não estamos pensando nas outras pessoas com doenças crônicas, idosos e crianças. Apesar de todos nós termos doentes crônicos na família, cada um está pensando em si. Pensamento da geral: “se eu pegar o coronavírus, está tudo certo, logo Me curo  e vida que segue.“. Porém, em momento algum pensaram em seus Familiares, amigos ou colegas de trabalho.
Infelizmente, não aprendemos nada com os orientais. Não aprendemos o sentido de solidariedade, amor ao próximo, cuidado. É uma pena que, mesmo sendo a civilização mais antiga, nada tenhamos  aprendido com nossos irmãos do Oriente.
Na minha visão, esse vírus veio para que aprendamos a sermos mais solidários, a ajudar ao próximo, a atentarmos para o sentido de coletividade. É uma forma drástica, mas talvez a única encontrada pela espiritualidade para forçar-nos a sermos pessoas melhores e para que a terra seja um lugar melhor. Pode ser a nossa última chance de fazer com que A terra passe de mundo de provas e expiações, como se diz na visão espírita, para um mundo de regeneração, onde ficam as pessoas melhores, menos egoístas, com o caráter um pouco mais lapidado. Se nada aprendermos, nenhuma tragédia vai acontecer, atenas não sairemos do patamar onde estamos, Sendo a terra habitada ainda por pessoas essencialmente de caráter duvidoso e de atitudes um tanto quanto reprováveis.
Portanto, façamos a nossa parte para que esse vírus, oportunidade de crescimento, nos faça realmente crescer como pessoas e façamos de tudo para não transmitirmos a doença para nossos amigos, familiares. Colegas. Nos mantenhamos, tanto quanto possível, em nossas casas, longe de aglomerações. E nunca esqueçamos do principal: lavar as mãos ao tocar em qualquer coisa que seja pública, Como corrimões, portas de transportes públicos e tudo mais que for tocado por várias pessoas. Sejamos sempre solidários e cuidadosos, senão por nós, pelas pessoas com quem convivemos.