Olá, pessoal. Tudo joia? Eu decidi q estou melhor do q nunca. Epor que isso? Já explico.
Nos últimos dias, tenho dado uma importância a minha doença muscular, que esperava descobrir o que é no dia 25, quando irei consultar. Não aguentava mais minhas dores diarias, meus cansaços maiores do que eu posso descrever, também diários e existentes sem que eu faça qualquer coisa para provocá-lo. Estava começando a desistir de tudo e a me entregar a fadiga que me aflige. Até que comecei a ficar sabendo de crianças que possuem doenças muito mais graves desde seu nascimento praticamente, doenças essas que podem até levá-las a morte.
E essas crianças, contra o pensamento de todos, estão lutando pela vida, lutando pela sua felicidade. E mesmo desistindo, pois não aguentam mais os sofridos tratamentos, não desiste da coisa mais importante: ser feliz.
E daí fico pensando,que direito eu tenho de desistir e reclamar dos meus problemas, sendo que eles até deixam de ser problemas diante disso? O que me importa saber o que eu tenho, se isso não me limitaem nadaa vida em comparação com essas crianças?
Decidi que não importa o que eu tenho, nem quero mais saber, essa será minha última consulta, porque mesmo que não descubram minha doença, ela não é mais importante. Enquanto eu puder andar, interagir com os demais, viver, o resto não faz nenhuma diferença.
As dores? Analgésicos curam; o cansaço? esqueço dele, vou achar o que fazer pra curá-lo. Ou simplesmente, me sento no sofá e desfruto o momento de preguiça total.
Espero que você também olhe para o lado e perceba a insignificância de seu problema e decida que lutar e viver é a solução para o seu caso. Sempre que a tristeza bater, dê uma olhada ao seu redor e se dê conta do seu privilégio de estar vivo e saldável. Luz a todos!
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
EXPERIENCIA MARCANTE
olá, pessoal, tudo joia? Ontem fiz uma postagem bem impessoal, mas hoje vim falar sobre uma experiencia que vivi ontem e que me emocionou.
Ontem vi o filme Não Quero Voltar Sozinho, que aliás, ja tinha visto, mas dessa vez, ele me foi audiodescrito. Pra quem não sabe, a audiodescrição é o ato de descrever às pessoas cegas as senas que se passam em um filme, novela ou peça de teatro. Ja tinha visto o filme de chico com audiodescrição, mas talvez sem a devida atenção.
Ontem percebi o quanto é emocionante assistir a um filme bonito como é aquele, sabendo o que se passa nele. O quanto as pessoas que fazem esse trabalho nos abrem uma janela imensa das emoções, e talvez elas não tenham noção do que fazem.
Após o filme, tive vontade de chorar, pois percebi que sem aquelas senas descritas, talvez o filme não fizesse nenhum sentido pra mim. Se as tvs soubessem disso e valorizassem a solidariedade ao envez de apenas o financeiro, sederiam e cumpririam a lei de acessibilidade. E com certeza, assim é quanto a transmissão da programação em libras. Se as pessoas soubessem que nesse pequeno ato, que pode ser até chato, estão fazendo uma caridade imensa, talvez o fizessem com mais frequencia.
Agora achei um site com filmes audiodescritos e vou poder me interessar ainda mais pela arte do cinema, mais ainda do que ja era interessada. A partir de agora, vou vê-los através dos olhos iluminados e caridosos de alguém.
Ontem vi o filme Não Quero Voltar Sozinho, que aliás, ja tinha visto, mas dessa vez, ele me foi audiodescrito. Pra quem não sabe, a audiodescrição é o ato de descrever às pessoas cegas as senas que se passam em um filme, novela ou peça de teatro. Ja tinha visto o filme de chico com audiodescrição, mas talvez sem a devida atenção.
Ontem percebi o quanto é emocionante assistir a um filme bonito como é aquele, sabendo o que se passa nele. O quanto as pessoas que fazem esse trabalho nos abrem uma janela imensa das emoções, e talvez elas não tenham noção do que fazem.
Após o filme, tive vontade de chorar, pois percebi que sem aquelas senas descritas, talvez o filme não fizesse nenhum sentido pra mim. Se as tvs soubessem disso e valorizassem a solidariedade ao envez de apenas o financeiro, sederiam e cumpririam a lei de acessibilidade. E com certeza, assim é quanto a transmissão da programação em libras. Se as pessoas soubessem que nesse pequeno ato, que pode ser até chato, estão fazendo uma caridade imensa, talvez o fizessem com mais frequencia.
Agora achei um site com filmes audiodescritos e vou poder me interessar ainda mais pela arte do cinema, mais ainda do que ja era interessada. A partir de agora, vou vê-los através dos olhos iluminados e caridosos de alguém.
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
O desafio da inclusão de alunos com deficiência visual
Estudar ciência pode ser complicado, especialmente para cegos. Softwares podem auxiliar na leitura de textos, mas esbarram em gráficos e fórmulas. Mas uma universidade alemã parece estar no caminho para achar a solução.
da Redação
Max Kordell estuda química no Instituto de Tecnologia de Karlsruhe (KIT), na Alemanha. Na aula lotada de química orgânica, ele senta na primeira fila. Inclinando sobre seu computador, o jovem de 19 anos se destaca entre os outros estudantes.
Max é albino e, como outros que sofrem do mesmo distúrbio congênito, tem problemas na visão. No quadro negro o professor escreve uma longa fórmula. Apesar de possuir apenas cerca de 7% da visão, ele pode acompanhar as aulas devido a uma câmera que projeta o texto escrito direto no seu computador.
"Eu preciso ter tudo ampliado. Graças à câmera, eu posso aumentar o tamanho das letras e ler", diz Max.
Ampliar o material didático universitário para estudantes que possuem alguma deficiência visual é simples – já existem softwares e hardwares que fazem esse trabalho. Mas os programas geralmente esbarram em equações e gráficos, alguns essenciais para cientistas.
Apoio institucional
Max mostra um documento em PDF enviado por seu professor. Ele tenta ampliar a fórmula com o software especializado, mas o texto foi escrito com uma fonte que não é ampliada de forma legível. Ao invés de ampliá-la, o computador exibe um emaranhado de símbolos impossíveis de ler.
Estudantes cegos enfrentam problemas parecidos. Porém, ao invés de usar um programa de ampliação, eles utilizam softwares que leem em voz alta o texto do computador. Mas mesmo um texto simples pode apresentar problema. Por exemplo, se o PDF for protegido, o programa não consegue fazer a leitura. Além disso, esses softwares têm dificuldades com fórmulas, gráficos e mapas.
Os cerca de 30 estudantes cegos e com visão parcial matriculados no KIT recebem o apoio do Centro de Estudos para Alunos com Deficiência Visual (SZS), onde o material didático é adaptado para torná-lo acessível a deficientes visuais. As alterações são realizadas respeitando a necessidade individual de cada um.
Existem vários centros como esse na Alemanha, mas o SZS é o único especializado em ciências naturais. Segundo o pesquisador responsável pela adaptação do material literário no centro, Torsten Schwarz, a matemática é o problema principal.
As palavras, explica, são unidimensionais –correm em uma linha pela página. Mas matemática é, com frequência, bidimensional. Uma fração, por exemplo, ¼, tem uma parte superior e inferior, complicando a leitura feita por softwares especializados.
Schwarz coordena uma equipe de estudantes que trabalha no centro, convertendo equações do material didático em uma notação matemática mais linear, conhecida como LaTex, mais acessível para cegos. Mas ainda há o problema da acessibilidade de gráficos, mapas e diagramas.
Gráficos são bem complexos, combinam texto, números e informações visuais. Para adaptá-los é necessário, primeiramente, que todas as informações não essenciais sejam eliminadas. Em seguida, é preciso uma descrição da informação que está sendo apresentada.
"Porém, isso ainda não é o suficiente", afirma Scwarz. Ele explica que o gráfico é transformado e impresso como um documento tateável, para que os estudantes possam senti-lo com os dedos.
Embora a versão tateável não seja incomum, a universidade possui uma das três impressoras existente na Europa que permitem a impressão simultânea de documentos, com tinta e alto relevo. Essa característica é importante para que estudante com e sem deficiência visual trabalhem juntos, ou para que perguntas feitas sejam respondidas pelo professor.
Mercado aberto
Estudantes com deficiência visual nas áreas de engenharias e ciências enfrentam outros problemas que podem dificultar o estudo. Por exemplo, a finalização dos trabalhos de laboratório, pois eles não conseguem ver a reação química, e o constante perigoso de manusear máquinas cortantes.
Mas superar esses obstáculos pode valer a pena. Para Schwarz, deficientes visuais formados em ciências têm mais chances no mercado de trabalho do que aqueles que concluíram seus estudos nas áreas humana ou jurídica. Mas essa opinião é difícil de comprovar – a Alemanha, por exemplo, não possui tais dados.
A apenas alguns quilômetros do KIT, Vladyslav Kutsenko escreve em seu computador. O som do programa de leitura sai do seu fone de ouvido. Às vezes Kutsenko passa a mão sobre display em braille, que faz a conversão do texto.
Vladyslav ficou cego com 15 anos, após sofrer um acidente. Ele estudou ciência da computação no KIT. Segundo ele, o SZS "foi uma grande ajuda". Apesar da deficiência, sete semanas após concluir os estudos, Vladyslav estava empregado. Agora, ele trabalha para a uma empresa de computação de médio porte sediada em Karlsruhe.
Embora possa ter algumas dificuldades, como no desenvolvimento de gráficos interativos, ele acredita, hoje, que mais deficientes visuais deveriam estudar ciências, especialmente a da computação. "Programação é uma área próspera para cegos", diz.
¤ Fonte: http://saci.org.br
da Redação
Max Kordell estuda química no Instituto de Tecnologia de Karlsruhe (KIT), na Alemanha. Na aula lotada de química orgânica, ele senta na primeira fila. Inclinando sobre seu computador, o jovem de 19 anos se destaca entre os outros estudantes.
Max é albino e, como outros que sofrem do mesmo distúrbio congênito, tem problemas na visão. No quadro negro o professor escreve uma longa fórmula. Apesar de possuir apenas cerca de 7% da visão, ele pode acompanhar as aulas devido a uma câmera que projeta o texto escrito direto no seu computador.
"Eu preciso ter tudo ampliado. Graças à câmera, eu posso aumentar o tamanho das letras e ler", diz Max.
Ampliar o material didático universitário para estudantes que possuem alguma deficiência visual é simples – já existem softwares e hardwares que fazem esse trabalho. Mas os programas geralmente esbarram em equações e gráficos, alguns essenciais para cientistas.
Apoio institucional
Max mostra um documento em PDF enviado por seu professor. Ele tenta ampliar a fórmula com o software especializado, mas o texto foi escrito com uma fonte que não é ampliada de forma legível. Ao invés de ampliá-la, o computador exibe um emaranhado de símbolos impossíveis de ler.
Estudantes cegos enfrentam problemas parecidos. Porém, ao invés de usar um programa de ampliação, eles utilizam softwares que leem em voz alta o texto do computador. Mas mesmo um texto simples pode apresentar problema. Por exemplo, se o PDF for protegido, o programa não consegue fazer a leitura. Além disso, esses softwares têm dificuldades com fórmulas, gráficos e mapas.
Os cerca de 30 estudantes cegos e com visão parcial matriculados no KIT recebem o apoio do Centro de Estudos para Alunos com Deficiência Visual (SZS), onde o material didático é adaptado para torná-lo acessível a deficientes visuais. As alterações são realizadas respeitando a necessidade individual de cada um.
Existem vários centros como esse na Alemanha, mas o SZS é o único especializado em ciências naturais. Segundo o pesquisador responsável pela adaptação do material literário no centro, Torsten Schwarz, a matemática é o problema principal.
As palavras, explica, são unidimensionais –correm em uma linha pela página. Mas matemática é, com frequência, bidimensional. Uma fração, por exemplo, ¼, tem uma parte superior e inferior, complicando a leitura feita por softwares especializados.
Schwarz coordena uma equipe de estudantes que trabalha no centro, convertendo equações do material didático em uma notação matemática mais linear, conhecida como LaTex, mais acessível para cegos. Mas ainda há o problema da acessibilidade de gráficos, mapas e diagramas.
Gráficos são bem complexos, combinam texto, números e informações visuais. Para adaptá-los é necessário, primeiramente, que todas as informações não essenciais sejam eliminadas. Em seguida, é preciso uma descrição da informação que está sendo apresentada.
"Porém, isso ainda não é o suficiente", afirma Scwarz. Ele explica que o gráfico é transformado e impresso como um documento tateável, para que os estudantes possam senti-lo com os dedos.
Embora a versão tateável não seja incomum, a universidade possui uma das três impressoras existente na Europa que permitem a impressão simultânea de documentos, com tinta e alto relevo. Essa característica é importante para que estudante com e sem deficiência visual trabalhem juntos, ou para que perguntas feitas sejam respondidas pelo professor.
Mercado aberto
Estudantes com deficiência visual nas áreas de engenharias e ciências enfrentam outros problemas que podem dificultar o estudo. Por exemplo, a finalização dos trabalhos de laboratório, pois eles não conseguem ver a reação química, e o constante perigoso de manusear máquinas cortantes.
Mas superar esses obstáculos pode valer a pena. Para Schwarz, deficientes visuais formados em ciências têm mais chances no mercado de trabalho do que aqueles que concluíram seus estudos nas áreas humana ou jurídica. Mas essa opinião é difícil de comprovar – a Alemanha, por exemplo, não possui tais dados.
A apenas alguns quilômetros do KIT, Vladyslav Kutsenko escreve em seu computador. O som do programa de leitura sai do seu fone de ouvido. Às vezes Kutsenko passa a mão sobre display em braille, que faz a conversão do texto.
Vladyslav ficou cego com 15 anos, após sofrer um acidente. Ele estudou ciência da computação no KIT. Segundo ele, o SZS "foi uma grande ajuda". Apesar da deficiência, sete semanas após concluir os estudos, Vladyslav estava empregado. Agora, ele trabalha para a uma empresa de computação de médio porte sediada em Karlsruhe.
Embora possa ter algumas dificuldades, como no desenvolvimento de gráficos interativos, ele acredita, hoje, que mais deficientes visuais deveriam estudar ciências, especialmente a da computação. "Programação é uma área próspera para cegos", diz.
¤ Fonte: http://saci.org.br
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
O que queremos para o mundo?
Bom dia, pessoal. Como vão? Aqui ta um calor de matar, mas tudo bem, fora a moleza que a gente fica, dá pra suportar.
Hoje vim falar sobre um tema que causou muita polêmica após o comentário da jornalista do SBT Rachel Sheherazade: os linchamentos que vem acontecendo no país.
Ontem passou na tv uma reportagem que nos conta sobre jovens moradores do aterro do Flamengo, no RJ, que se juntaram para formar uma espécie de patrulha justiceira, que sai por aí, caçando potenciais criminosos e os linchando. O ultimo episódio disso tudo foi o linchamento de um jovem suposto delinquente, que foi amarrado pelo pescoço a um poste com uma correia de bicicleta e espancado.
A jornalista diz que é compreensivel tal ato, já que a justiça no país tem sido omissa, e que isso é a legitima defesa coletiva contra a violência. Mas será que uma pessoa, representante da imprensa, que é um órgão que serviria para educar e formar opinião, poderia fazer esse comentário orrivel? isso não seria a incitação da violência?
na minha opinião, esse ato de julgar e linchar alguém não é nada louvavel, e nos tornamos tão marginais quanto os bandidos quando fizemos isso. Em que nos tornamos melhores que ele, se deixamos nosso lado selvagem prevalecer?
É claro, que se alguém tenta te roubar, ok, não concordo com a passividade e acredito que devamos nos defender, apesar de especialistas não aconselharem essa atitude; porém sair por aí caçando potenciais marginais nos torna tão bandidos quanto os verdadeiros, pois nos deixamos levar pela característica de alguém, fazemos o papel de juizes da vida alheia, juizes e Deuses. E Deus nunca disse que devemos massacrar nosso semelhante, por pior que ele seja e sem saber se os motivos para o fazê-lo são verdadeiros.
E que exemplo estamos dando aos nossos pequenos? Imaginem a cena: a gente diz pra um filho: não bata no seu coleguinha porque é feio. Logo depois, vemos algo na tv que nos desagrada e dizemos: tem que bater, ter pena de morte, massacrar... Que moral temos para repreender nossos pequenos, se temos a alma selvagem, primitiva? E como vai ser o mundo daqui a uns 18 anos, um mundo onde a lei de Talião volta a vigorar?
Portanto, ao envez de apoiarmos atitudes selvagens como essas, pensemos se não em nós mesmos, o que vamos deixar de herança aos nossos filhos, sobrinhos ou priminhos. Já que nosso sentimento ainda não existe e só agimos pelo instinto, tenhamos o instinto da protessão aos nossos pequenos e façamos desse um mundo melhor, e não um mundo que regride.
Hoje vim falar sobre um tema que causou muita polêmica após o comentário da jornalista do SBT Rachel Sheherazade: os linchamentos que vem acontecendo no país.
Ontem passou na tv uma reportagem que nos conta sobre jovens moradores do aterro do Flamengo, no RJ, que se juntaram para formar uma espécie de patrulha justiceira, que sai por aí, caçando potenciais criminosos e os linchando. O ultimo episódio disso tudo foi o linchamento de um jovem suposto delinquente, que foi amarrado pelo pescoço a um poste com uma correia de bicicleta e espancado.
A jornalista diz que é compreensivel tal ato, já que a justiça no país tem sido omissa, e que isso é a legitima defesa coletiva contra a violência. Mas será que uma pessoa, representante da imprensa, que é um órgão que serviria para educar e formar opinião, poderia fazer esse comentário orrivel? isso não seria a incitação da violência?
na minha opinião, esse ato de julgar e linchar alguém não é nada louvavel, e nos tornamos tão marginais quanto os bandidos quando fizemos isso. Em que nos tornamos melhores que ele, se deixamos nosso lado selvagem prevalecer?
É claro, que se alguém tenta te roubar, ok, não concordo com a passividade e acredito que devamos nos defender, apesar de especialistas não aconselharem essa atitude; porém sair por aí caçando potenciais marginais nos torna tão bandidos quanto os verdadeiros, pois nos deixamos levar pela característica de alguém, fazemos o papel de juizes da vida alheia, juizes e Deuses. E Deus nunca disse que devemos massacrar nosso semelhante, por pior que ele seja e sem saber se os motivos para o fazê-lo são verdadeiros.
E que exemplo estamos dando aos nossos pequenos? Imaginem a cena: a gente diz pra um filho: não bata no seu coleguinha porque é feio. Logo depois, vemos algo na tv que nos desagrada e dizemos: tem que bater, ter pena de morte, massacrar... Que moral temos para repreender nossos pequenos, se temos a alma selvagem, primitiva? E como vai ser o mundo daqui a uns 18 anos, um mundo onde a lei de Talião volta a vigorar?
Portanto, ao envez de apoiarmos atitudes selvagens como essas, pensemos se não em nós mesmos, o que vamos deixar de herança aos nossos filhos, sobrinhos ou priminhos. Já que nosso sentimento ainda não existe e só agimos pelo instinto, tenhamos o instinto da protessão aos nossos pequenos e façamos desse um mundo melhor, e não um mundo que regride.
domingo, 26 de janeiro de 2014
Tarde demais!
Olá, pessoal, tudo joia? Como foi sua semana?
Hoje mais uma vez, vim falar sobre os protestos, que são muito válidos, quando feitos em tempo hábil. Vocês entenderão o que eu quero dizer.
Hoje vi no twitter uma chamada para mais protestos contra a copa. Aliás, esses protestos tem sido frequentes agora. En Porto Alegre, até destruiram o mascote da copa.
Eu até concordo que os protestos são válidos, mas não agora. Me expliquem, qual é a utilidade de se fazer protestos, quando a copa do mundo já é um fato consumado? Alguém pensa que por causa deles, a FIFA vai desistir da copa no Brasil agora, em cima da hora? A não ser que tivesse uma guerra, nada faria a instituição mudar de idéia.
Na minha opinião, esses protestos deveriam ter sido feitos antes, quando o então presidente Lula propôs a FIFA a realização da copa no Brasil, com o apoio de vários expoentes do esporte e da política, isso sem contar os expoentes da arte. Mas não, na ocasião, todos ficaram calados, não acordaram pra vida, e para completar, reelegeram o PT, o mesmo PT que hoje criticam e jogam pedras.
Então, acordaram tarde demais no meu pensar. Acordaram em um momento em que os protestos só vão mostrar e reforçar ao mundo o bando de selvagens que somos. É como alguém que não gostamos vir até nossa casa com o nosso consentimento anterior, e depois, arrependidos, quando esse alguém chega, maltratamo-los e fazemos de tudo para que a visita, que nós permitimos que viesse, se sinta mal, excluída, intrusa.
O único modo de protestar agora é indo às urnas, tirando as pessoas que os protestantes julgam que estejam acabando com o Brasil e deixando o povo de lado. As eleições estão aí, que tal usá-la para fazerem seus mil protestos, naqueles comicios onde todo mundo vai e emdeusa o candidato que está lá na tribuna, prometendo mundos e fundos, promentendo muita coisa que nunca nem lhe passou pela cabeça cumprir.
Aproveitem essas épocas para agora sim, acordar em tempo, antes que, como agora, seja tarde demais para isso.
Hoje mais uma vez, vim falar sobre os protestos, que são muito válidos, quando feitos em tempo hábil. Vocês entenderão o que eu quero dizer.
Hoje vi no twitter uma chamada para mais protestos contra a copa. Aliás, esses protestos tem sido frequentes agora. En Porto Alegre, até destruiram o mascote da copa.
Eu até concordo que os protestos são válidos, mas não agora. Me expliquem, qual é a utilidade de se fazer protestos, quando a copa do mundo já é um fato consumado? Alguém pensa que por causa deles, a FIFA vai desistir da copa no Brasil agora, em cima da hora? A não ser que tivesse uma guerra, nada faria a instituição mudar de idéia.
Na minha opinião, esses protestos deveriam ter sido feitos antes, quando o então presidente Lula propôs a FIFA a realização da copa no Brasil, com o apoio de vários expoentes do esporte e da política, isso sem contar os expoentes da arte. Mas não, na ocasião, todos ficaram calados, não acordaram pra vida, e para completar, reelegeram o PT, o mesmo PT que hoje criticam e jogam pedras.
Então, acordaram tarde demais no meu pensar. Acordaram em um momento em que os protestos só vão mostrar e reforçar ao mundo o bando de selvagens que somos. É como alguém que não gostamos vir até nossa casa com o nosso consentimento anterior, e depois, arrependidos, quando esse alguém chega, maltratamo-los e fazemos de tudo para que a visita, que nós permitimos que viesse, se sinta mal, excluída, intrusa.
O único modo de protestar agora é indo às urnas, tirando as pessoas que os protestantes julgam que estejam acabando com o Brasil e deixando o povo de lado. As eleições estão aí, que tal usá-la para fazerem seus mil protestos, naqueles comicios onde todo mundo vai e emdeusa o candidato que está lá na tribuna, prometendo mundos e fundos, promentendo muita coisa que nunca nem lhe passou pela cabeça cumprir.
Aproveitem essas épocas para agora sim, acordar em tempo, antes que, como agora, seja tarde demais para isso.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Meta 2014
Olá, pessoas, tudo joia? Por aqui, ta um calor sufocante. Só com muita agua, seja para beber ou tomar banho, ou com muito ar condicionado pra aguentar. Mas tudo bem, o bom é que no sul isso só duram 4 meses.
Hoje vim falar de uma coisa minha. Minha meta para 2014. Fiquei pensando um tempão no que seria minha meta e tinha decidido que não haveriam metas, a final, eu sempre me ferro com minhas metas. Porém, sem querer, me veio uma na cabeça que vou tentar me focar nela: me enxergar mais como mulher, coisa que eu não faço a algum tempo.
E o que isso quer dizer? Quer dizer levar meus projetos mais a sério, levar a vida mais séria, mais focada e não daquele jeito que levava, onde nada chamava minha atenção, não tinha foco nem nas minhas coisas. Sou meio desorganizada, e um pouco disso é porque todo mundo faz coisas pra mim, enquanto que eu fico na boa, esperando pelos outros, para que eles me lembrem do que tenho que fazer, que decidam coisas por mim. E quando tenho um projeto, preciso da aprovação dos outros, porque senão me sinto ridícula. Em resumo, não me levava a sério, nem mesmo na aparência, já que não dava bola pras minhas roupas, minhas unhas.
Dai pensei, se nem eu mesma me levo a sério, nem eu mesma me vejo como uma mulher de 28 anos, como quero que os outros me vejam assim?
A meta para esse ano é: me levar mais a sério e fazer com que os outros também me levem. O problema vai ser a timidez, que nunca consigo perder ao falar com alguém. Se eu pudesse escrever ao emvés de falar seria tudo tão mais fácil... Mas isso vamos ver como contorno, ja que parte de se levar a sério consiste em ter autoconfiança.
E ja vou começar colocando um projeto novo em prática. Mais tarde, quando ele estiver pronto, conto pra vocês.
Então era isso, pessoal, beijos a todos e muita luz!
Hoje vim falar de uma coisa minha. Minha meta para 2014. Fiquei pensando um tempão no que seria minha meta e tinha decidido que não haveriam metas, a final, eu sempre me ferro com minhas metas. Porém, sem querer, me veio uma na cabeça que vou tentar me focar nela: me enxergar mais como mulher, coisa que eu não faço a algum tempo.
E o que isso quer dizer? Quer dizer levar meus projetos mais a sério, levar a vida mais séria, mais focada e não daquele jeito que levava, onde nada chamava minha atenção, não tinha foco nem nas minhas coisas. Sou meio desorganizada, e um pouco disso é porque todo mundo faz coisas pra mim, enquanto que eu fico na boa, esperando pelos outros, para que eles me lembrem do que tenho que fazer, que decidam coisas por mim. E quando tenho um projeto, preciso da aprovação dos outros, porque senão me sinto ridícula. Em resumo, não me levava a sério, nem mesmo na aparência, já que não dava bola pras minhas roupas, minhas unhas.
Dai pensei, se nem eu mesma me levo a sério, nem eu mesma me vejo como uma mulher de 28 anos, como quero que os outros me vejam assim?
A meta para esse ano é: me levar mais a sério e fazer com que os outros também me levem. O problema vai ser a timidez, que nunca consigo perder ao falar com alguém. Se eu pudesse escrever ao emvés de falar seria tudo tão mais fácil... Mas isso vamos ver como contorno, ja que parte de se levar a sério consiste em ter autoconfiança.
E ja vou começar colocando um projeto novo em prática. Mais tarde, quando ele estiver pronto, conto pra vocês.
Então era isso, pessoal, beijos a todos e muita luz!
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
OS FILHOS DA CLASSE C MUDARÃO A CARA DO BRASIL
Olá, pessoal. Tudo joia? Eu sei que não é comum fazer duas postagens seguidas, mas achei uma reportagem bem legal e resolvi postar pra vcs lerem. Então, espero que gostem.
Os filhos da classe C mudarão a cara do Brasil
Fonte: http://pavablog.com
55% dos jovens brasileiros são filhos da internet, menos conservadores e menos religiosos que seus pais. Também representam uma força eleitoral decisiva
Manifestantes durante protesto em Brasília, em junho de 2013. / Evaristo Sá (AFP)
Juan Arias, no El País
A classe C é hoje protagonista na sociedade brasileira. São 40 milhões que, saídos da pobreza, constituíram um estrato que está influenciando na própria
identidade do país. Os filhos dessas famílias constituídas pelos trabalhadores de mais baixo nível profissional, em sua maioria analfabetos ou quase, são
uma novidade tão importante que, segundo Renato Meirelles, diretor do Instituto Data Popular, podem chegar a “mudar a cara do Brasil”.
Ao contrário de seus pais, que não estudaram, estes jovens já frequentam a escola e sabem mais do que eles. Querem, além disso, continuar sua formação para
poder dar um salto social. Serão adultos muito diferentes de seus progenitores, segundo o perfil apresentado no estudo Geração C, feito pelo Data Popular,
sobre esses 23 milhões de jovens entre 18 e 30 anos, que recebem salários de até 1.020 reais por mês, e representam 55% dos brasileiros dessa idade.
Esses jovens são os novos formadores de opinião dentro de suas famílias: estão muito mais informados do que seus pais, são menos conservadores do que eles
(sobretudo em questões sexuais e religiosas) e começam a ter uma grande força eleitoral.
De fato, são os setores políticos e religiosos os que estão mais preocupados e interessados em saber por onde se movem esses milhões de jovens que dentro
de uns anos serão fundamentais para determinar os rumos do país.
Uma pequena mostra da inquietude desses jovens — que contrasta com certa resignação atávica de seus pais, que se entregavam passivamente às mãos do Estado
benfeitor – foi sua atitude nos protestos de junho passado. Muitos desses jovens que cunharam slogans criativos e subversivos provinham da periferia das
grandes cidades e são filhos dessa classe C que já exigem mais do que os pais. São também os filhos da internet, da comunicação global e têm ideias próprias
sobre a política e a sociedade.
Em alguns casos são eles que estão ajudando seus pais (sobretudo as mães, com pouco ou nenhum estudo) a usar o computador para que possam ter uma conta
no Facebook ou enviar e-mails aos amigos.
Um fenômeno novo é que os pais desses jovens, com um salário melhor do que tinham quando viviam na pobreza, estão muitas vezes se sacrificando para que
a filha, por exemplo, faça um curso de alguma coisa e “não tenha que limpar casas a vida toda”, ou para que o filho não precise ser “peão de obra” como
seu pai, e sim técnico de internet e, se possível, médico ou advogado. De fato, muitos dos filhos já estão ganhando mais do que seus pais como empregados
no mundo do comércio, na administração de empresas ou empreendendo seu pequeno negócio, como um salão de cabeleireiro ou uma pequena loja.
Esses jovens logo serão maioria no Brasil, e a eles terão de prestar contas o mundo político, o econômico e até o religioso. Segundo muitos estudos em andamento,
esses jovens já pensam de forma diferente dos seus pais, são mais críticos com o poder e mais exigentes com as ações do governo. No campo religioso, eles
também representam uma grande interrogação que começa a preocupar as diferentes religiões, sobretudo a Igreja Católica e as evangélicas. Segundo André
Singer, um dos analistas mais agudos da sociedade brasileira, os pais dessa classe C pertenciam em 90% às igrejas evangélicas nas quais hoje se encontra
fundamentalmente o universo mais pobre do país, enquanto a Igreja Católica tem maior influência entre as classes mais cultas e com renda maior.
No que crerão esses jovens? Essa é uma das incógnitas, objeto de estudo e preocupação do mundo religioso. Houve 35.000 respostas diferentes à pergunta feita
pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE).
O que começa a parecer, de momento, é que muitos deles já estão desertando das igrejas evangélicas, cujos ensinamentos consideram conservadores demais.
Em alguns casos, convenceram também os pais a deixar de frequentarem ditos templos.
Os católicos se beneficiarão desse distanciamento? Parece que não, já que os católicos, que constituíam 90% da população, estão perdendo fiéis a cada ano.
Até ontem, para os evangélicos. A partir de agora, é difícil de profetizar.
As primeiras sondagens apontam que esses rapazes se inclinam mais em direção a uma “religiosidade sem Igreja”; a uma “secularização latente” que se afasta
cada vez mais das igrejas tradicionais, tanto a católica como a evangélica. Continuam acreditando em Deus, como seus pais, mas rejeitam com mais facilidade
as instituições religiosas oficiais.
Esses jovens são pós-industriais, pós-guerra fria; filhos dos movimentos ambientalistas, da cultura líquida e do processo imparável de secularização. São
os que forjarão a identidade do Brasil no futuro imediato. Ou melhor, já estão forjando, embora, para muitos, isso ainda passe despercebido. E começam
a ser maioria.
Os filhos da classe C mudarão a cara do Brasil
Fonte: http://pavablog.com
55% dos jovens brasileiros são filhos da internet, menos conservadores e menos religiosos que seus pais. Também representam uma força eleitoral decisiva
Manifestantes durante protesto em Brasília, em junho de 2013. / Evaristo Sá (AFP)
Juan Arias, no El País
A classe C é hoje protagonista na sociedade brasileira. São 40 milhões que, saídos da pobreza, constituíram um estrato que está influenciando na própria
identidade do país. Os filhos dessas famílias constituídas pelos trabalhadores de mais baixo nível profissional, em sua maioria analfabetos ou quase, são
uma novidade tão importante que, segundo Renato Meirelles, diretor do Instituto Data Popular, podem chegar a “mudar a cara do Brasil”.
Ao contrário de seus pais, que não estudaram, estes jovens já frequentam a escola e sabem mais do que eles. Querem, além disso, continuar sua formação para
poder dar um salto social. Serão adultos muito diferentes de seus progenitores, segundo o perfil apresentado no estudo Geração C, feito pelo Data Popular,
sobre esses 23 milhões de jovens entre 18 e 30 anos, que recebem salários de até 1.020 reais por mês, e representam 55% dos brasileiros dessa idade.
Esses jovens são os novos formadores de opinião dentro de suas famílias: estão muito mais informados do que seus pais, são menos conservadores do que eles
(sobretudo em questões sexuais e religiosas) e começam a ter uma grande força eleitoral.
De fato, são os setores políticos e religiosos os que estão mais preocupados e interessados em saber por onde se movem esses milhões de jovens que dentro
de uns anos serão fundamentais para determinar os rumos do país.
Uma pequena mostra da inquietude desses jovens — que contrasta com certa resignação atávica de seus pais, que se entregavam passivamente às mãos do Estado
benfeitor – foi sua atitude nos protestos de junho passado. Muitos desses jovens que cunharam slogans criativos e subversivos provinham da periferia das
grandes cidades e são filhos dessa classe C que já exigem mais do que os pais. São também os filhos da internet, da comunicação global e têm ideias próprias
sobre a política e a sociedade.
Em alguns casos são eles que estão ajudando seus pais (sobretudo as mães, com pouco ou nenhum estudo) a usar o computador para que possam ter uma conta
no Facebook ou enviar e-mails aos amigos.
Um fenômeno novo é que os pais desses jovens, com um salário melhor do que tinham quando viviam na pobreza, estão muitas vezes se sacrificando para que
a filha, por exemplo, faça um curso de alguma coisa e “não tenha que limpar casas a vida toda”, ou para que o filho não precise ser “peão de obra” como
seu pai, e sim técnico de internet e, se possível, médico ou advogado. De fato, muitos dos filhos já estão ganhando mais do que seus pais como empregados
no mundo do comércio, na administração de empresas ou empreendendo seu pequeno negócio, como um salão de cabeleireiro ou uma pequena loja.
Esses jovens logo serão maioria no Brasil, e a eles terão de prestar contas o mundo político, o econômico e até o religioso. Segundo muitos estudos em andamento,
esses jovens já pensam de forma diferente dos seus pais, são mais críticos com o poder e mais exigentes com as ações do governo. No campo religioso, eles
também representam uma grande interrogação que começa a preocupar as diferentes religiões, sobretudo a Igreja Católica e as evangélicas. Segundo André
Singer, um dos analistas mais agudos da sociedade brasileira, os pais dessa classe C pertenciam em 90% às igrejas evangélicas nas quais hoje se encontra
fundamentalmente o universo mais pobre do país, enquanto a Igreja Católica tem maior influência entre as classes mais cultas e com renda maior.
No que crerão esses jovens? Essa é uma das incógnitas, objeto de estudo e preocupação do mundo religioso. Houve 35.000 respostas diferentes à pergunta feita
pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE).
O que começa a parecer, de momento, é que muitos deles já estão desertando das igrejas evangélicas, cujos ensinamentos consideram conservadores demais.
Em alguns casos, convenceram também os pais a deixar de frequentarem ditos templos.
Os católicos se beneficiarão desse distanciamento? Parece que não, já que os católicos, que constituíam 90% da população, estão perdendo fiéis a cada ano.
Até ontem, para os evangélicos. A partir de agora, é difícil de profetizar.
As primeiras sondagens apontam que esses rapazes se inclinam mais em direção a uma “religiosidade sem Igreja”; a uma “secularização latente” que se afasta
cada vez mais das igrejas tradicionais, tanto a católica como a evangélica. Continuam acreditando em Deus, como seus pais, mas rejeitam com mais facilidade
as instituições religiosas oficiais.
Esses jovens são pós-industriais, pós-guerra fria; filhos dos movimentos ambientalistas, da cultura líquida e do processo imparável de secularização. São
os que forjarão a identidade do Brasil no futuro imediato. Ou melhor, já estão forjando, embora, para muitos, isso ainda passe despercebido. E começam
a ser maioria.
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