terça-feira, 1 de maio de 2018

DIVERSÃO COM APRENDIZAGEM

Oi, gente, como vão? Hoje vim falar sobre uma experiencia legal que tive: minha primeira viagem sozinha. No feriadão, fui viajar, pra fazer uma coisa diferente, uma coisa que esfriasse a cabeça e não fosse mais do mesmo. Foi cansativo, mas valeu totalmente a pena. Pra começar, foi a primeira vez que fiquei eu e outra pessoa cega sozinhas em uma casa. Pra ser mais exata, eu e mais três cegas. Daí foi aquela coisa, uma atropelando a outra, as vezes ocorria algum acidente um pouco mais dolorido, em que nos matávamos de rir da nossa própria "desgraça"; mas em fim, a parte de ficar juntas em uma casa, sem a supervisão de um vidente, que para mim era novo, foi tirada de letra. Depois teve a parte de sairmos para a rua juntas. Pegamos o transporte alternativo para irmos a um bar. Chegando lá, o rapaz do transporte nos ajudou a chegar a uma mesa, e logo fomos atendidas pelo dono do bar, que já virou amigo de uma das meninas, por ser marido da colega de trabalho dela e porque ela vai sempre lá. Na hora de servir as comidinhas foi bem tranquilinho, e nos divertimos pra caramba. Rimos, cantamos, falamos sério... E fizemos amizade com algumas pessoas do local, que se propuseram a nos ajudar quando iamos fazer algo lá dentro. Antes de finalizar a parte do bar, preciso contar: um dos clientes chegou e ficou admirado por nós quatro sermos cegas e estarmos sozinhas no bar. Até aí, beleza; daí ele soltou a seguinte pérola: "mas hoje é dia delas?". Brinquei com as meninas que agora pra sairmos, só ano que vem, no nosso dia. Até que fomos pra casa, tranquilinhas. O que aprendi com isso? primeiro, que a cara-de-pau resolve qualquer problema, inclusive de locomoção. E segundo, que podemos ser independentes sim, mas nunca deixando a segurança de lado, coisa que apesar desse dia divertido, não abro mão. Vou voltar lá e quem sabe, aprender mais alguma coisa?

quinta-feira, 26 de abril de 2018

FALO POUCO E SINTO MUITO

Oi, pessoal, tudo certo: Comigo foi um dia pra pensar, o dia de ontem. Um dia que pensei que ser intensa e ao mesmo tempo medrosa, não dá certo. E por isso, resolvi tomar decisões quanto a isso. É lógico que não vou explicar o que me levou a essa conclusão, mas o caso é: eu tenho sentimentos tão intensos, com relação a tudo, que dai acabo criando expectativas em relação a coisas e pessoas. E por medo dessas expectativas que eu mesma criei, e até mesmo por saber que essas são acima de qualquer ser humano, fujo das situações ou pessoas. Ou seja: minha intensidade me faz irracional, tanto quando me entrego, quanto quando fujo. E quem me conhece, pensa totalmente o oposto, pensa que sou fria, que não sinto nada, que gosto de "brincar", com os outros e até mesmo, que sou egoista. Sim, ja me falaram isso, tanto direta, quanto indiretamente. Mal sabem eles que enquanto aqui fora ta tudo calmo, sereno e divertido, lá dentro tá um turbilhão de emoções, cérebro fervendo, cabeça dando mil voltas e dizendo: "cai fora, medo, eu não te quero mais na minha vida!; ou "não crie expectativas demais, quanto maior a altura, maior o tombo". Além disso, o medo das expectativas que eu possa gerar nos outros era o pior dos meus medos. Aliás, nem sei se gero expectativa, mas só de pensar que posso gerar, ja fico distante. E por isso, decidi que assim como é por fora, será por dentro. Afastarei todo e qualquer sentimento da minha vida. Claro, exceto aqueles com familia, mas fora esses, todos os outros estão fora. A partir de agora, vou tirar a lente colorida com a qual sempre "vi" a vida e passarei a olhá-la pelo prisma preto e branco, cinza, em fim, pelo prisma racional. E tudo aquilo que não for racionalmente aceito, então não me serve mais. Serei uma cientista dos sentimentos. Claro que isso não fará de mim uma pessoa que passa por cima de todos e tal, tipo a vilã da novela das nove, que é das dez, só me fará uma pessoa que sofre menos e vive mais feliz, sem esperar nada em troca, de ninguém, nada mesmo. Serei como aquela frase do Renato russo: "Não estou mais interessado no que sinto, não acredito em nada, além do que duvido!". E viva a racionalidade sentimental!

terça-feira, 24 de abril de 2018

HIPOCRISIA DE GÊNERO

Olá, pessoal, tudo joia?Hoje vim falar sobre uma coisa que tenho visto muito: o preconceito contra as mulheres. E muitos vão dizer que é conversa velha, que é tema repetido; e até pouco tempo atrás, concordava com todos, mas os fatos tem me mostrado totalmente o contrário. O fato que me levou a falar sobre o assunto foi o estupro coletivo de uma menor de onze anos. A menina, que estava numa festa funk, foi estuprada por quatorze homens. E em vez de condenar os estupradores, a vítima foi a condenada das redes sociais, com a justificativa de que a menina não deveria estar ali, de que ela estava ficando com vários ao mesmo tempo, blablabla. E até concordo com tudo isso, mas, põ, a menina era a vítima, ela foi a estuprada, não a estupradora. Mas não adianta, o que quer que façamos, como quer que andemos, somos as culpadas de tudo que nos acontece de mal. E o machismo não para por aí: ele está no momento em que condenamos uma mulher pelas atitudes pelas quais não condenamos os homens, como, por exemplo, falar palavrão e rir alto em público. Ou quando julgamos um cara por ele ter atitudes que pensamos ser feministas, como ser romântico. O machismo está quando, no mercado de trabalho, damos prioridade aos homens em detrimento das mulheres, seja na hora da contratação ou seja para oferecer uma qualificação. O machismo está quando julgamos uma mulher por ela conversar de forma descontraída com um homem, e dai já dizemos a seguinte pérola: "ela tá dando mole pra ele", ou "ela dá mole para todos os homens", unicamente porque ela é espontânea. O machismo, em fim, está em cada pequena atitude nossa. E esses relatos nos mostram que o machismo, ao contrário do que se pensa, não morreu, de jeito nenhum. Só que agora, parece que ser machista está tão banal, que ninguém se importa mais em esconder isso; pelo contrário: quanto mais aparecer que a pessoa em questão é machista, melhor. Então, escolho ser feminista, a partir de agora. Por não aguentar injustiça, para tentar parar isso e para fazer do meu pequeno mundo, um mundo onde não exista a hipocrisia de gênero, onde todos fingem que a desigualdade não existe e nós mulheres é que estamos malucas; vou lutar, da minha maneira, para que a tal da igualdade de gênero realmente exista.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

LEVANTA A CABEÇA, PRINCESA, SENÃO A COROA CAI!

Boa noite, pessoal. Faz tempo que não posto aqui, e vocês me perguntarão: "justo sobre um meme de BBB?", E EU LHES RESPONDEREI: SIM, JUSTAMENTE. Essa frase do título é da Jéssica, do BBB18, e eu estava analisando a frase hoje, enquanto pensava em algumas coisas do meu ano, que tá sendo puxado, e vi que ela se encaixa. Ela serve, por exemplo, para quando nos decepcionamos com relacionamentos, sejam eles amorosos ou de 'AMIZADES". E muitas pessoas se culpam, acham que o problema são elas mesmas, quando na verdade, a culpa não é de ninguém, são apenas pensamentos que não se afinam, que não dão certo, modos diferentes de ver a vida. E daí, é hora de não deixar a coroa cair e sair em busca de novas amizades ou novos amores e deixar que o destino faça o resto. A frase também serve para quando levamos uma daquelas rasteiras da vida, daquelas bem inesperadas. Tudo serve para nosso aprendizado, então, levanta a cabeça, princesa, senão a coroa cai! Se ficar chorando as pitangas, a onda te leva e quando você vê, está no fundo do mar, sem jeito de voltar. Aprenda o que a vida tem a te ensinar e cabeça erguida! E em um ano que estou passando por tantas coisas, me decepcionando com pessoas e fatos, ou simplesmente, abrindo meus olhos, vou adotar essa frase para minha vida. A cada vez que um revés atravessar meu caminho, lembrarei da frase. Por isso, Jéssica, se você ler esse humilde blog-- me achei agora...--, obrigada por falar essa frase tão inspiradora. Então, príncipes e princesas, levantem as cabeças, senão, a coroa cai!

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Quando eu não me basto

Oi, pessoal. Tudo bem? Hoje vim falar daqueles dias em que, mesmo rodeados de pessoas, nos sentimos sos. Não me importo muito em ser solteira, me conformei com o fato de que, por algum motivo, sou invisível como mulher; mas tem dias que a solidão e a carência batem forte, chega a doer mesmo. E isso, afetivamente falando. Meu sonho sempre foi casar e ter um casal de filhos; até me pegava, quando mocinha, escolhendo nomes para eles. Mas depois me conformei em ter um gato e aproveitar toda a preguiça é aquela vida mansa que só quem solteiro pode ter. Mas as vezes, sinto falta de alguém pra eu cuidar e cuidar de mim; alguém pra envelhecer ao meu lado e que me faça sentir especial e amada como mulher. Ainda bem que amanhã é outro dia, e eu estarei tão ocupada curtindo minha preguiça eterna, que não terei disposição pra pensar nessas coisas melosas. Então, bora ouvir modão descornado, que amanhã é outro dia!

sábado, 14 de outubro de 2017

Qual sua fraqueza?



Oi, pessoal, tudo bem? Pois é, o texto de hoje fala um pouco de nossas fraquezas e do que acreditamos que é uma fraqueza. Bem, muita gente considera ser sua fraqueza, a emotividade, outras o egoísmo, e muitas outras até mesmo a comida. Eu acredito que uma das minhas principais fraquezas é o orgulho. Sim, não é uma novidade pra ninguém a fraqueza de alguém ser o orgulho, mas para cada um, ele se mostra de uma forma.
Tem gente que o orgulho se manifesta em achar um horror pedir ajuda aos outros; em outros, o orgulho se mostra em não demonstrar sentimentos, nem bons, nem ruins. Essas pessoas adoram se mostrar acima da alegria e da tristeza, se acham fortes ao tentarem parecer frias. E em outras o orgulho tem uma face ainda mais complicada: a de não parecerem fracos.
Não parecer fracos seria não chorar nos momentos tristes, fingir que não está magoado nem com raiva, quando na verdade, quer “matar” a pessoa em questão. Em hipótese alguma parecerem deprimidos ou amedrontados. Enfim, nunca ser nem frio, nem quente, ser apenas, morno.
Mas tem um problema em não demonstrar fraqueza, ou não querer demonstra-la: é que, de uma forma ou de outra, ela acaba vindo à tona. Ou em forma de depressão, ou em forma de uma explosão inesperada... mas ela demonstra, de uma forma ou de outra, que o sentimento  sempre esteve ali. E aquela pessoa que sempre quis ser a mais forte da turma, acaba se tornando a mais vulnerável dentre os fracos.  E enfim, se dá conta de que a fraqueza está em não querer ser fraco, pois todos nós temos sentimentos bons e ruins; o que importa no fim das contas é como vamos lidar com eles, como vamos coloca-lo pra fora; e depois de tudo, como vamos voltar ao nosso normal, com rancor e continuarmos remoendo o sentimento ruim, ou com indulgência e reconhecendo que nós também cometemos erros?
Esqueçamos a fraqueza, nossa maior força é saber lidar com nossos sentimentos e os dos outros, lembrando que todos somos acima de tudo, humanos.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Por menos mimimi

Bom dia. Tudo bem, galerinha do bem?
Esses dias eu postei algumas coisas sobre o excesso de sinceridade; hoje eu vim clamar por ela. Vou explicar por quê.
Hoje em dia, se eu falar: "fulana de tal está doente", o conto chega até a décima pessoa assim: "fulana está no último fio da vida.". isso vale para todos os tipos de comentários, que vão desde inocentes comentários na vida social até comentários de trabalho, que se tornam maudades proclamadas sem motivo algum, e pior, sem nenhuma verdade.
esses boatos se espalham por um simples motivo: ao em vez de as pessoas perguntarem aos envolvidos se tal e tal coisa é verdade ou mentira, preferem ficar pelos cantos, falando mal da vida alheia, espalhando esses boatos, além de, é claro, reclamar da sua vida maldita e da sua má sorte. Ou senão, com a desculpa clássica de "eu não vou perguntar pro fulano, vai que ele se ofenda?". Cara pálida, ele vai se ofender mais se você ficar fazendo fofoca dele por aí.
Eu não me acho a mais perfeita das pessoas, e até me acho um pouco agressiva, mas prefiro, com educação e polidez, perguntar aos envolvidos se tal fato é verdadeiro ou falso, do que propagar supostas verdades absolutas. E tem como se fazer isso, sendo educado e nada ofensivo com os outros. É só você usar a tal da empatia, que já falei aqui, se colocar no lugar do outro. Você gostaria que ficassem propagando inverdades ou fofocas sobre você? Se não, como você gostaria que chegassem a você e tirassem a limpo? Isso responde toda e qualquer pergunta.
E isso evita também os mimimis da vida, que não são nada mais do que melindres, muitas vezes, por coisas que nem aconteceram. Então, viva sua vida por menos mimimis e mais sinceridade, sem agressividade.
Beijos e luz a todos.