sábado, 14 de outubro de 2017

Qual sua fraqueza?



Oi, pessoal, tudo bem? Pois é, o texto de hoje fala um pouco de nossas fraquezas e do que acreditamos que é uma fraqueza. Bem, muita gente considera ser sua fraqueza, a emotividade, outras o egoísmo, e muitas outras até mesmo a comida. Eu acredito que uma das minhas principais fraquezas é o orgulho. Sim, não é uma novidade pra ninguém a fraqueza de alguém ser o orgulho, mas para cada um, ele se mostra de uma forma.
Tem gente que o orgulho se manifesta em achar um horror pedir ajuda aos outros; em outros, o orgulho se mostra em não demonstrar sentimentos, nem bons, nem ruins. Essas pessoas adoram se mostrar acima da alegria e da tristeza, se acham fortes ao tentarem parecer frias. E em outras o orgulho tem uma face ainda mais complicada: a de não parecerem fracos.
Não parecer fracos seria não chorar nos momentos tristes, fingir que não está magoado nem com raiva, quando na verdade, quer “matar” a pessoa em questão. Em hipótese alguma parecerem deprimidos ou amedrontados. Enfim, nunca ser nem frio, nem quente, ser apenas, morno.
Mas tem um problema em não demonstrar fraqueza, ou não querer demonstra-la: é que, de uma forma ou de outra, ela acaba vindo à tona. Ou em forma de depressão, ou em forma de uma explosão inesperada... mas ela demonstra, de uma forma ou de outra, que o sentimento  sempre esteve ali. E aquela pessoa que sempre quis ser a mais forte da turma, acaba se tornando a mais vulnerável dentre os fracos.  E enfim, se dá conta de que a fraqueza está em não querer ser fraco, pois todos nós temos sentimentos bons e ruins; o que importa no fim das contas é como vamos lidar com eles, como vamos coloca-lo pra fora; e depois de tudo, como vamos voltar ao nosso normal, com rancor e continuarmos remoendo o sentimento ruim, ou com indulgência e reconhecendo que nós também cometemos erros?
Esqueçamos a fraqueza, nossa maior força é saber lidar com nossos sentimentos e os dos outros, lembrando que todos somos acima de tudo, humanos.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Por menos mimimi

Bom dia. Tudo bem, galerinha do bem?
Esses dias eu postei algumas coisas sobre o excesso de sinceridade; hoje eu vim clamar por ela. Vou explicar por quê.
Hoje em dia, se eu falar: "fulana de tal está doente", o conto chega até a décima pessoa assim: "fulana está no último fio da vida.". isso vale para todos os tipos de comentários, que vão desde inocentes comentários na vida social até comentários de trabalho, que se tornam maudades proclamadas sem motivo algum, e pior, sem nenhuma verdade.
esses boatos se espalham por um simples motivo: ao em vez de as pessoas perguntarem aos envolvidos se tal e tal coisa é verdade ou mentira, preferem ficar pelos cantos, falando mal da vida alheia, espalhando esses boatos, além de, é claro, reclamar da sua vida maldita e da sua má sorte. Ou senão, com a desculpa clássica de "eu não vou perguntar pro fulano, vai que ele se ofenda?". Cara pálida, ele vai se ofender mais se você ficar fazendo fofoca dele por aí.
Eu não me acho a mais perfeita das pessoas, e até me acho um pouco agressiva, mas prefiro, com educação e polidez, perguntar aos envolvidos se tal fato é verdadeiro ou falso, do que propagar supostas verdades absolutas. E tem como se fazer isso, sendo educado e nada ofensivo com os outros. É só você usar a tal da empatia, que já falei aqui, se colocar no lugar do outro. Você gostaria que ficassem propagando inverdades ou fofocas sobre você? Se não, como você gostaria que chegassem a você e tirassem a limpo? Isso responde toda e qualquer pergunta.
E isso evita também os mimimis da vida, que não são nada mais do que melindres, muitas vezes, por coisas que nem aconteceram. Então, viva sua vida por menos mimimis e mais sinceridade, sem agressividade.
Beijos e luz a todos.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Regras de etiqueta que todos deveriam saber!

Oi, pessoal, tudo bem?
Hoje vim colocar um post aqui, que retirei do site http://osegredo.com.br
O nome do post é esse que está no título. Achei muito interessante e aprendi muito com ele também. Espero que gostem.
Boa leitura!

Boas maneiras são um sinal de polidez, independentemente do que os outros possam pensar.
Ter boas maneiras significa falar corretamente, usando o vocabulário apropriado, as emoções de restrição, ter uma aparência boa e ser cortês.
Portanto, se você quiser aprender algumas boas maneiras, dê uma olhada nestas seguintes recomendações:
– Quando você está andando com alguém, e essa pessoa cumprimenta um indivíduo ou um grupo, você deve cumprimentá-los também, mesmo que você não conheça ninguém.
– Verificar seu celular constantemente quando você está com alguém, pode ser interpretado como desinteresse e tédio. Dedique-se à pessoa com quem você está, em vez de conferir seu Instagram.
– Não chame as pessoas para sair contigo, se você tende a passar a noite conversando pelo whatsapp com outros.
– Nunca se esqueça de agradecer às pessoas quando elas ajudam você, porque este é um sinal de apreciação.
– Você nunca deve encarar as pessoas, rir, e falar alto. É rude! Você não precisa ter intenções ruins para que isso incomode alguém.
– Se você está dirigindo tenha cuidado para não espirrar água de poças nos pedestres.
– Quando você está no cinema, teatro, etc., enquanto estiver indo para o seu assento, seu rosto precisa estar virado para as pessoas em seu caminho, não o seu traseiro.
– Se você se desculpou e as desculpas foram aceitas, você nunca deve cometer o mesmo erro.
– Homens educados respeitam todas as mulheres igualmente.
– Mantenha estas seguintes coisas para si mesmo: idade, religião, desgraça, honra, riqueza, problemas médicos e problemas familiares.
– Independentemente da sua idade, profissão, ou status, sempre cumprimente a todos quando você entra em algum lugar.
Seguir estas regras é uma excelente maneira de fazer do mundo um lugar melhor para todos nós.
Embora algumas deles não sejam fáceis, e errar é humano, é crucial tornar estes hábitos uma parte de sua personalidade, já que a boa educação nunca está fora de moda, certo?
O que você acha dessas regras? Você adicionaria algo mais que você acha que todos devem seguir?

terça-feira, 19 de setembro de 2017

INADEQUAÇÃO

Oi, pessoal, tudo joia? Hoje vim falar sobre um sentimento que me atinge várias vezes, que talvez não tivesse por quê, mas é algo que não posso evitar. É o sentimento de inadequação em relação às pessoas ao meu redor.
E algumas pessoas vão pensar: "ela se sente assim por causa da cegueira". mas nã é bem isso. É mais pela minha inabilidade social imensa.
Por mais que as pessoas tentem me explicar que é fácil, que é só conversar, se abrir mais, não é algo que para mim seja inteligível. É algo que não entendo, como não entendo a matemática ou a física, por mais que eu estude, não se torna algo entendível para mim.
Tenho falado sobre isso com algumas pessoas, mas é tão difícil de me explicar, porque ninguém compreende. E não se trata de ansiedade social, se trata de, simplesmente, não entender como funciona o processo. Claro que vou tentar fazer tudo que me pedem, as dicas que me dão, mas pra mim, vai ser uma coisa bem difícil, porque como vou colocar emp prática algo que não entendo?
E sei que isso me prejudica, pois as vezes tem pessoas que gostaria de ter uma amizade ou algo a mais, mas não me aproximo, uma vez que não sei como fazer isso. Isso sem ffalar nas poprtunidades que perco na vida por causa disso!
Bem, estou aqui falando sobre meu problema para que, outras pessoas que tenham o mesmo problema, se identifiquem e comentem, para me ajudar e para que eu os ajude no que for necessário e no que eu souber.
Para enserrar, coloco um trecho de uma música que me identifica. É do Engenheiros do Havai. É assim:
"eu me sinto um estrangeiro
passageiro de algum trem
que não passa por aqui
que não passa de ilusão".

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

COMO UMA DEUSA

Oi, pessoal. Tudo joia?
Hoje eu vim falar sobre algo que é uma opinião bem pessoal. É sobre o endeusamento da mulher, o empoderamento meio que excessivo, na minha opinião. Desculpem as migas que se acharem as melhores das melhores, as poderosas e deusas do universo,mas gente, vocês não acham demais não?
Tipo, algumas se acham as gostosas, com o perdão da palavra um tanto vulgar; outras, as mulheres maravilha, e outras, acha que são as duas coisas ao mesmo tempo. E muita gente reforça essa imagem. Daí surgem as músicas com o conteúdo "você tem inveja do meu poder, da minha beleza, blablabla".
Sinceramente, acho que passamos por dois extremos: um em que a mulher era mandada pelo marido, era desprovida de inteligência e futil, e outro em que somos totalmente o oposto. Ainda não alcançamos o meio termo.
Ou eu sou uma dessas invejosas e sem graça, porque não me acho nem poderosa física ou psicologicamente, ou as feministas ainda não conseguiram alcançar o ponto de equilibrio do que é ser mulher. Na minha opinião, ser mulher é ser alguém normal, sem qualquer estereótipo, como ser homem, totalmente comum.
E é claro que temos mulheres ecepcionais, assim como temos homens incríveis, mas não somos todas. Claro que todos nós temos características marcantes, mas que, definitivamente, não nos tornam as mulheres super poderosas.
Mais uma vez, me desculpe as meninas que se acham a mulher das mulheres, mas essa é minha humilde opinião. Não queiramos ser as deusas, até porque, querer ser perfeita por tanto tempo cansa, queiramos ser, simplesmente, mulheres.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Cinco anos depois...

Oi, pessoal, tudo bem? Hoje o post é comemorativo. Faz cinco anos que virei efetivamente, funcionária pública da Prefeitura Municipal de itaqui.
E daí,alguém vai dizer, qual a importância disso? Pra os outros eu não sei, mas pra mim, me faz lembrar o quanto as dificuldades nos ensinam a crescer e se tornar uma pessoa melhor.
Não gosto muito de fazer a deficientinha que superou dificuldades, e blabla, mas ecepcionalmente, vou fazer isso. A final, eu mereço me orgulhar de mim mesmo, só um pouquinho.
Tudo começou bem antes, em 2006, quando comecei um curso universitário do qual não gostava nenhum pouquinho, mas foi o que o Proune tinha pra oferecer, e como não nasci rica, não tive muita escolha. No meio do curso, mil problemas, inclusive uma síndrome do pânico que quase me fez largar tudo. Depois de formada, mais dois anos tentando se colocar no mercado, vendo portas se fecharem na cara pelo fato de eu ser deficiente. Para as pessoas, não importava se eu era ou não qualificada para o cargo, e olha que nunca parei de estudar, mesmo depois de formada; mas e daí, eu sou cega e por isso, não sirvo pra qualquer cargo, dá muito trabalho adaptar, blablabla. Até tomar a decisão de fazer concurso público; logo eu, que dizia que todo cego fazia concurso, era falta de opção.
Passei no concurso e quase não fui chamada, pelos mesmos motivos de sempre, "como vamos adaptar? O que ela vai fazer?", dentre outros questionamentos que foram feitos. E quando entrei, meio que botando o pé na porta, tinha que enfrentar as disconfianças veladas da chefia. E pior, aprender a trabalhar,, pois era meu primeiro emprego.
Dai vieram mais crises de pânico, minha mãe sempre me fazendo seguir em frente, e agora estou aqui, comemorando cinco anos de uma luta que começou bem antes.
E o que aprendi com tudo isso foi a ter maturidade, paciência e principalmente: aprendi a lidar com vários tipos de pessoas, sem nunca perder a calma. Aprendi a conhecer o ser humano também, e a cada ano que passa, aprendo cada vez mais.
Por isso que esses cinco anos são tão importantes para mim, por todo o aprendizado que ele me trouxe, pra eu me dar conta do quanto evoluí como pessoa, confiar cada vez mais no meu potencial, ainda que o mundo inteiro desconfie dele, dentre outros aprendizados, que o tempo me trará.
E agradeço muito também, a meus pais, que forçaram a fazer administração, pois sabiam que era o melhor pra mim naquele momento; a meus colegas, que me acolheram e me ajudaram no momento turbulento de novidades pelo qual passei; e principalmente a Deus, por colocar pessoas tão boas em meu caminho e por me fazer aprender muito com aquelas não tão boas assim. E que venham mais 5 anos!

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

AMAR NÃO É PECADO!

Oi, pessoal, tudo bem?
Hoje vim falar sobre um episódio de Malhação, onde a menina, que é autista, pede um menino em namoro, ele diz que ela está confundindo tudo e é zoada pelos amigos dele. Claro, que como toda pessoa autista, ela foi direto ao ponto, não teve lá muito jeitinho.Mas, vendo o acontecido, me vi nela.
É claro que já me apaixonei, e é claro que, na maioria das vezes, foi por um vidente, uma vez que meu círculo social é composto por poucas pessoas com deficiência. E acabei contando pra pessoa errada, essa pessoa espalhou e eu virei o assunto do momento. Todo mundo achava bonitinho, amorzinho... enfim, fiquei na boca de matildes.
É claro também, que as pessoas não faziam por maudade, mas se elas soubessem o quanto traumatizam uma pessoa agindo dessa forma, nunca mais fariam isso. No meu caso, mais ainda, pois eu nunca quis ser o centro das atenções, já o era por ser a única cega da escola, não precisava de mais olofotes em mim.
Mas lembro como me senti, como se fosse hoje: me senti uma criança de 05 anos, que todo mundo mima. Melhor, me senti como um animal em exposição no zoológico, digna de pena. Pra mim, parece que todos pensavam: "aaah, tadinha dela, a gente sabe que ela é ceguinha e nunca vai arrumar ninguém que não seja cego, a final, seria um crime alguém se interessar por ela...".
Desde então, já tive outras paixonites, mas depois daquilo tudo, nunca mais me atrevi a falar pra ninguém, pra evitar aquele sentimento de peninha da pessoa de quem eu gosto e o sentimento de gorila em um zoológico, servindo de comentário para todo meu círculo social.
E pior do que isso, é quando a pessoa de quem você gosta diz: "você está confundindo tudo, só sou seu amigo". daí vem a certeza de que, por mais atraente e bonita, ou inteligente, que você seja, não se torna, por que você é a menina cega que todo mundo quer proteger, mas nem todos querem ter como companheira.
Estou desabafando isso para que não se repita com outras pessoas deficientes de seu círculo social. POR FAVOR, não aja como se um deficiente se apaixonar, seja digno de exposição pública, não o trate como idiota.
E quando dizemos que estamos apaixonados, não, não estamos confundindo coisa nenhuma. Só achamos que você não é tão preconceituoso quanto os demais e que seria diferente. Outra coisa, não nos apaixonamos por todos que nos tratam como gente normal, só pra variar. Então, nos apaixonamos pelos mesmos motivos dos demais, tá!