sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

E A TAL DA EMPATIA?

Oi, pessoal. Hoje vim falar de algo que está me incomodando muito ultimamente: a ausência do sentimento chamado empatia.
A empatia é a capacidade que alguém tem de se colocar no lugar do outro, de se ver na situação pelo qual o outro passa. Empatia significa entrar no sentimento.
Porém, vejo que na humanidade atual, ela está em falta, diria até em extinção. E isso ficou mais claro no último mês, quando presidiários foram mortos, decaptados e esquartejados no norte do país, e eu ouvi e li coisas como: "tem mesmo que morrer", ou "se eu fosse a policia, trancava todo mundo e deixava que se matassem".
A desculpa principal para esse comentário é: "eles mataram, roubara. Se não tivessem feito o que fizeram, não estariam lá.". E sim, concordo que estar lá foi uma dessas escolhas erradas que fazemos em nossa vida; mas não posso esquecer também que essas pessoas tem famílias. Tem mãe, pai, irmãos, esposas e filhos, e me coloco no lugar desses familiares, que perderam os seus de forma tão animalesca. E se um deles tivesse matado dessa forma um dos meus? E se um dos presos fosse da minha família, como eu me sentiria? Ou será que nos julgamos assim tão perfeitos, a ponto de acharmos que nunca passaremos por isso?
Outra ocasião em que sinto falta da tal empatia é agora, com a morte da ex-primeira-dama. Concordo que o Lula roubou, por causa de seus roubos, muita gente morreu nas filas dos hospitais, e todo o blablablá que já sei de cor e até concordo; mas e se seus pais fossem políticos, ladrões, e um deles morresse, você comemoraria a morte deles, pois a final, eles merecem morrer? E você gostaria de ler na internet que seus pais mereciam morrer mesmo? Acho que não, né?
Não deixemos se extinguir a empatia, nos coloquemos no lugar do outro antes de julgarmos alguém. Antes de agirmos, pensemos mais, pois nossas crianças estão tendo um péssimo exemplo.
O que queremos para a próxima geração: pessoas caridosas ou terroristas e sanguinários impiedosos? O que estamos fazendo com nosso mundo? E principalmente, onde está nosso amor e nossas crenças cristãs? Pensemos nisso.

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