quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

As VARIAS FACES DA MORTE

Olá, pessoal. Tudo joia? Hoje vim falar de um momento doloroso para alguns e de festa e libertação para outros: a morte. Os espíritas chamam esse momento de desencarnação, já que para nós, a morte é apenas o desprendimento do espírito de seu corpo carnal. Mas mesmo assim, para nós é um momento de muita saudade, já que não veremos tão logo o entequerido desencarnado. Para quem não acredita em nada além dessa vida é ainda pior o desconsolo, já que a pessoa pensa que sessando a vida corpórea, tudo se acaba, e muitas vezes os designios divinos são até questionados. Passei por isso a pouquissimo tempo e ainda não consegui superar esse momento dificil. Ainda dói a saudade, misturado com um sentimento de alegria, já que para nós espíritas, esse corpo é uma prisão imposta para que possamos evoluir mais rápido como espíritos; como dizemos, as aulas nos são dadas no mundo espiritual e aqui na terra é a prova final. Já para os africanos, a morte é um momento de festa, selebração e ostentação. Para eles, quanto mais luxo e beleza houver no velório, maior é a estima que as pessoas tem pelo desencarnado. Do mesmo modo, quanto maior a festa, com musica, dança, comida e bebida, mais sentimentos as pessoas cultivavam pelo morto. E isso se confirma com a morte do grande lider Nelson Mandela. No mesmo dia em que eu estava velando minha avozinha, com muita tristeza e saudade, estava havendo uma serimônia em _comemoração à morte do lider sul-africano. e as pessoas agiam como se estivessem em uma partida da copa do mundo, com direito a serimonial em um estádio de futebol, com convites e tudo. E querem saber? Eu acho isso tão bonito... Sua energia, sua luz, acho o povo africano muito espiritualizado. Pra mim, esse povo sente sim saudades dos seus, até chora, mas principalmente, não é egoista ao ponto de desejar a permanência do seu entequerido na terra, sofrendo doente. E é isso que devemos aprender com eles, o desprendimento e o cultivo dos bons sentimentos pelo outro, sem egoismo, sem apego, e principalmente, sem culpa. Ainda estou longe de chegar lá, mas quem sabe um dia...

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