terça-feira, 15 de março de 2011

as mulheres do século XXI

Oi pessoal. hoje vim postar sobre nós, mulheres. nessa postagem, haverá uma comparação entre a mulher antiga e a nova mulher.
A mulher do século XX era a recatada dona de casa e vaidosa, que vivia seus dias preparando-se para casar. eram chamadas amelhas, e para não perder o amor do marido ou para não ficar solteirona, aceitavam infidelidade, maus tratos. sofria calada todas as dificuldades impostas pela vida.
Ela quase não opinava, e se o fazia era de modo discreto, para não fazer seu "amo e senhor" pensar que ela estava querendo diminui-lo. era extremamente protetora com seus filhos e carregava nas costas o peso de agir sempre como a conciliadora da familia e dona de casa.
Já a nova mulher... essa não aceita infidelidades, mesmo que o preço seja a solteirice eterna. aliás, a mulher moderna ama acima de qualquer coisa, a si mesma, a sua liberdade. muitas nem pensam em ter filhos, formar familia; querem é estar no mercado de trabalho, coisa que a mulher antiga nem sonhava!
E por falar em mercado de trabalho, não é apenas como domésticas, cozinheiras ou secretárias que elas atuam; elas também são operárias, caminhoneiras, pedreiros, e executivas, por que não?
aliás, em questão de serviços domésticos, hoje em dia não somos especialistas. estamos tão preocupadas em procurar nosso lugar no mercado de trabalho e na sociedade que esquecemos de aprender a cozinhar, passar roupas, bordar ou costurar. aliás, esquecemos não, odiamos fazer isso!
E quanto aos relacionamentos, estamos tão em igualdade com os homens... alguns dizem que até falta feminilidade na mulher de hoje. será que é porque somos agora objetivas e lutamos pelo que queremos?
E eu queria ser uma pulguinha na cabeça masculina pra saber: qual das mulheres atrai mais os homens: a recatada, timida e feminina ou a largadona, objetiva e moderninha?

Se essas mudanças são negativas ou positivas depende da visão de cada um, o fato é que mudamos, mas mesmo assim, não perdemos nossa sensibilidade, feminilidade, (ainda que alguns discordem) e aquela alegria muito feminina. e que nunca, mas nunca mesmo, percamos isso. viva a nós mulheres!

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